Foi assim.
Em 21.11.2013, a jornalista Lídia Barata, do Reconquista deu voz e trouxe para a esfera pública o maior problema ambiental que afeta a comunidade Alcainense, a poluição da ribeira da Líria.
Já o fez por outras vezes, e bem, cumprindo assim a digna função de jornalista, elevando a consideração e o respeito que o Reconquista me merece.
Só lhe peço que mantenha a “vela acesa” e, que procure junto dos responsáveis que prometeram resolver a questão, instalando um coletor para drenar os efluentes, para a estação de tratamento de águas residuais, quando cumprem o que prometeram, como o Reconquista oportunamente publicou.
Entretanto, as fotos de hoje ajudam a perceber esta PPP herdada que custou aos munícipes 300 mil euros.
Mobiliário urbano, assim.
Coletor do matadouro OVIGER, assim.
Mobiliário urbano, outro assim.
Oviger, assim.
Limpeza, assim e assim.
Mobiliário urbano, outro assim.
Árvores por plantar, assim.
Segurança das pessoas, também assim.
Manutenção de jardins, assim.
Parque infantil, também assim...
...e ainda assim.
O contraste entre o que se promete e a realidade vivida pelos sacrificados e abandonados munícipes, diz muito sobre o modo como se encara hoje a função de eleito local e municipal, parecendo até que haverá na câmara da cidade, um vereador do ambiente...
Aguardo que o que diz respeito à Junta e câmara da cidade, que seja então resolvida a limpeza da ribeira de todos os infestantes, limpando o curso da água de modo a evitar que perante umas mais que certas chuvas abundantes, a ribeira transborde e cause os prejuízos que por vezes as televisões nos mostram.
Já lá vão dois anos e de limpeza da ribeira, nada, por cá.
Entretanto, florescem, “madres teresas de Mampatá”.
Manuel Peralta
Aguardo que o que diz respeito à Junta e câmara da cidade, que seja então resolvida a limpeza da ribeira de todos os infestantes, limpando o curso da água de modo a evitar que perante umas mais que certas chuvas abundantes, a ribeira transborde e cause os prejuízos que por vezes as televisões nos mostram.
Já lá vão dois anos e de limpeza da ribeira, nada, por cá.
Entretanto, florescem, “madres teresas de Mampatá”.
Manuel Peralta
Tem o mesmo efeito que as malfadadas PPP's já que é o herário público que paga isto.Pode ser que a nova gestão autárquica dê um forte empurrão ao problema...no sentido positivo, claro...
ResponderEliminarZé MC
Como cidadão quero agradecer esta narrativa mas, por outro artigo posterior ( e penso que a mando de alguém !....) já publicado por essa Lídia no mesmo jornal, podes acreditar que a vela está acesa mas é para a Presidente da Junta. Não é por acaso que sobre essa notícia ( aquela que eu menciono ) disse em Assembleia de Freguesia que está muito satisfeita com o facto de " As autoridades garantem que não há perigo para a saúde ". De quem assim fala, contraditoriamente com o que afirmou no artigo aqui visível e publicitado, o que se pode esperar ?
ResponderEliminarE por aqui fico antes que me deia para comentar o 1º desastre e triste espetáculo que aquela autarca deu em tal Assembleia... no já findo ano 2013.
F Rafael