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quarta-feira, 29 de julho de 2026

EVENTOS DE POLUIÇÃAO – O QUE EU SEI

Em 22 de julho respondi ao email da  Senhora Engª. Sónia Mexia.

Foi igualmente dado conhecimento aos Presidentes da Câmara da cidade de CBranco e Junta de Alcains, bem como à APA ( ARHTejo e Oeste ).

Penhoradamente, agradeço este seu email que me abre a porta para tratar deste tema AMBIENTAL, sempre que as circunstâncias o aconselhem.

Tenho para mim que deve atualizar o seu nome, onde se diz, SÓNIA MEXIA, deve atualizar para SÓNIA MEXE… desculpe esta peraltice

E, como me abre porta que no seu caso nunca esteve fechada, recordo o seguinte para conhecimento.

1. A rede de esgotos e águas pluviais da avenida 12 de novembro de 1971, data em que Alcains foi elevada a Vila, foi construída em 1980/81, sendo na data eu o Presidente da Junta. Não havia lei das finanças locais e, a Câmara, fornecia materiais para obras que a junta da freguesia executava, obras essas que, depois de concluídas eram supervisionadas pelos SMAS/CM, nomeadamente a pressão das condutas de água para detetar fugas.

A Junta tinha uma excelente equipa de 8 trabalhadores, pagos pela Câmara, coordenados por um capataz, já reformado, o “Ti Jaquim Balbino”, que toda a vida tinha trabalhado em estradas, aquedutos e redes de águas e esgotos.

Por muito exigente que era, muito humano, “não era um tipo porreiro” como por agora de vê, havia quase sempre queixas dos trabalhadores, mas o Ti Jaquim foi um excelente colaborador.

2. A conduta de esgoto corre ao lado da conduta de águas pluviais, na data a avenida não tinha separador central, obra que se fez mais tarde.

3. Como a equipa que no sábado detetou o evento, e fez vídeo, me disse que o esgoto vinha do lado poente, lado do Continente, e, sendo todas as casas ali construídas de data recente, fiquei com as minhas dúvidas, mas observei que a equipa dos SMAS tinha razão, o efluente corria mesmo como aqui refiro.

4. Pode ter acontecido que por descuido tenham ligado alguma casa em vez de ao esgoto às águas pluviais, mas isto é ideia minha, será?

5. Os SMAS como sabe, já ligaram a rede de esgotos da quelha que fica por detrás do posto da GNR. Recordo que, quando a Junta fez a rede da avenida 12 de novembro de 1971, deixou um pote na ponta da dita quelha para evitar no futuro romper o alcatrão. Recentemente e, MUITO BEM, os SMAS eliminaram as inundações da dita quelha, fazendo um sumidouro que ligaram a uma caixa que fica escondida no “ VETUSTO JARDIM” da GNR.

Alertei na data a nossa JF para limpar a quelha, mas até hoje nada…

Já agora e a propósito de quelha, também o Senhor Presidente me disse que “VOU JÁ TRATAR DISSO” quando lhe enviei email que guardo, solicitando o alcatroamento de cerca de 60 metros de quelha em terra batida…

Espero não incomodar com este meu email, mas da minha parte fico tranquilo, uma vez que vi pela primeira vez ao logo destes últimos meses, correr água que se podia beber, Líria, onde regressaram os seus moradores, cágados, galinholas, cegonhas, uma lontra, inúmera quantidade de passarada e insetos de todo o tipo.

Se o fundamental se resolveu, agora é só limpar os detalhes.

Conte comigo.

Ao dispor

Manuel Peralta

sexta-feira, 24 de julho de 2026

DOIS EVENTOS DE POLUIÇÃO NA LÍRIA – SMASCB EM CAUSA

Da situação que em email anterior dei a conhecer, recebi, em 22 de julho,  esta agradável resposta da Senhora engenheira Sónia Mexia, administradora dos SMAS CBranco,

Do meu email anterior foi dado conhecimento ao Sr. Presidente da Câmara da cidade de Castelo Branco e ao Senhor Presidente da Junta da Freguesia bem como à APA.

Bom dia Sr. Eng. Manuel Peralta,

Antes de mais, agradeço o seu contacto e permito-me salientar a importância do tema que V. Ex.ª nos faz chegar através do presente email, o qual merece toda a atenção dos Serviços Municipalizados de Castelo Branco, pela sua relevância para a proteção ambiental e para a preservação da Ribeira da Líria.

Cumpre, contudo, esclarecer que, contrariamente ao referido no seu email, as situações agora reportadas não eram do meu conhecimento, nem do conhecimento do Senhor Presidente do Conselho de Administração ou do próprio Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados, pelo que agradeço a informação agora transmitida.

Importa igualmente referir que o quadro responsável pela área em causa é o Eng.º Nuno Lourenço, não tendo as ocorrências referidas sido levadas ao conhecimento do Conselho de Administração.

Não obstante o exposto, e atendendo à relevância dos factos comunicados, será promovida uma averiguação interna, com vista ao integral esclarecimento das situações descritas e à adoção das diligências que se revelem necessárias e adequadas no âmbito das competências dos Serviços Municipalizados.

Por forma a assegurar um acompanhamento mais célere e eficaz destas matérias, agradeço que, de futuro, qualquer comunicação relativa a ocorrências desta natureza me seja dirigida diretamente, para que possa promover o respetivo acompanhamento técnico e assegurar o devido encaminhamento da informação para o Conselho de Administração, sempre que tal se justifique.

Agradeço, uma vez mais, a colaboração e o sentido cívico demonstrados na defesa e valorização da Ribeira da Líria.

Com os melhores cumprimentos,

Sónia Mexia

Administradora

Entretanto, esclareço quem me vai acompanhando e lendo, que o aviso dos dois eventos de poluição da responsabilidade dos SMAS, foram por mim comunicados por telefone, ao engenheiro responsável dos SMAS.

Posteriormente e para registo fiz o email que refiro.

Manuel Peralta

segunda-feira, 20 de julho de 2026

ESGOTOS DOMÉSTICOS NAS ÁGUAS PLUVIAIS

Ontem, 19 de julho remeti para a Srª. Engª. Sónia Mexia, administradora dos SMAS Castelo Branco, este email.

1. Sob a sua batuta, APA, Oviger, e Câmara de Castelo Branco, foi resolvido o grave problema ambiental que a Oviger ocasionava na ribeira da Líria. Graças à segurança introduzida, nestes tempos, a água na ribeira correu sempre límpida.

Mas, como é do seu conhecimento, já por duas vezes ocorreu que o sistema de segurança introduzido, válvulas, evitou que a ribeira fosse poluída, mas a antiga Estrada Velha, como por aqui é conhecida foi inundada com a polição do matadouro.

2. Entretanto, já na Líria, e nas últimas duas semanas, ocorreram dois eventos de poluição, desta vez esgotos domésticos, que “inundaram” a ribeira via conduta de águas pluviais.

Nomeadamente ontem, sábado, uma equipa de dois excelentes colaboradores dos SMAS, fizeram vídeo com a situação qua refiro.

Em ambas as situações e, de forma pessoal e reservada, dei conhecimento a quadro responsável dos SMAS.

3. Uma vez que os SMAS têm meios capazes de detetar quem tem esgotos ligados à rede de águas pluviais, peço-lhe que faça o que puder para descobrir o, ou os poluidores.

Depois de tantos anos de poluição causada pelo matadouro, é chegada a vez de os SMAS assumirem o seu EX-Libris…

Já foi muito bom este ano ver água correndo limpa, observar, cágados, galinholas, cegonhas disfrutar do ambiente a que têm direito.

Aguardando, conto consigo.

Ao dispor

Manuel Peralta

quinta-feira, 9 de julho de 2026

QUE SE LIXEM OS CIDADÃOS

Remeti a 7.7.2026, este texto para a Senhora Administradora da região Hidrográfica do Tejo e Oeste.

Senhora Dona Teresa Álvares.

Não desistirei, volto a insistir.

Aguardo por resposta, a que presumo ter direito, sobre a situação deste processo.

O slogan que tutela este texto, é vosso, que sugiro que reverta para “ QUE SE LIXEM OS MAUS CHEIROS E OS CIDADÃOS QUE OS RESPIRAM “.

Nestes dias de imenso calor tem sido um horror respirar por aqui.

Desde que a EEARAlcains foi construída e até hoje, nenhuma melhoria ali foi efetuada.

Prometeu em 15.10.2025 que “ seria expectável que as obras se iniciassem no início de 2025 “

Nem obras e nem qualquer resposta aos meus pedidos.

Boas férias e por aqui continuamos com os vossos mau cheiros.

Manuel Peralta 

Em 30 de março de 2026.

Para: 'teresa.alvares@apambiente.pt'

Assunto: RE: OBRAS ADIADAS, SEM FIM HÁ VISTA... (E-001355/2026 & E-001352/2026)

Esclareço no entanto que, em 15 de 10 2024, pelas 17h50, recebi email de Clientes ALVTejo, refª. DCM/PCS – S-LVT/2024/2918 assinado por Cláudia André, que transcrevo.

…sic ”não obstante e com o objetivo de garantir melhores condições de exploração da EEARAlcains, a AVTejo tem em curso um procedimento para contratação de uma empreitada de obras públicas que irá assegurar a remodelação/beneficiação desta infraestrutura, sendo expectável que as obras se iniciem no início de 2025…” sic.

Os meus email apenas têm uma finalidade, manter viva a chama de uma EEAR sem maus cheiros, modernizada, em edifício condigno, uma vez que a envolvente tem o mesmo nível da vossa EEAR

Peço-lhe que faça o que estiver ao seu alcance, para que a obra se inicie.

Manuel Peralta

Assunto: RE: OBRAS ADIADAS, SEM FIM HÁ VISTA... (E-001355/2026 & E-001352/2026)

Exmo. Senhor Manuel Peralta, 

Em resposta aos mails infra, penso haver algum equívoco temporal pois refere que “Há dois anos” ficou entusiasmado com a expectativa criada. 

No entanto, o mail a que se refere foi enviado por estes serviços a 22-10-2025, com o ofício S058798-202510-ARHTO CB, o que não perfaz 6 meses.

Informa-se ainda que, conforme referido no ponto 4 do nosso ofício S062938-202511-ARHTO, enviado a 25-11-2025, na sequência dos esclarecimentos apresentados pela empresa Águas do Vale do Tejo, S.A. (AdVT), o concurso público foi impugnado pelo concorrente ordenado em 2.º lugar, processos estes que podem demorar algum tempo, sem ser possivel indicar um prazo para a sua resolução. 

Não tendo esta agência conhecimento do ponto de situação do mesmo, iremos solicitar esta informação à referida entidade gestora.

Com os melhores cumprimentos, 

Teresa Álvares

Administradora Regional

Administração da Região Hidrográfica do Tejo e Oeste

sábado, 4 de julho de 2026

AMORAS

 Não resisto, a dar a conhecer para a posteridade, uma quadra que, à minha MÃE, tantas vezes "lha" ouvi cantar.

MINHA AMORA, MADURINHA

DIZ-ME QUEM TE AMADUROU

FOI O SOL E MAIS A LUA

E O CALOR QUELA APANHOU




terça-feira, 31 de março de 2026

EM ESTADO DE PRÉ RUINA

Em 29 de março de 2026, remeti par os autarcas da cidade e da freguesia este email.

Por cá, estamos assim...

...em estado de pré ruina.

Todo o tabuleiro desta ponte de madeira, que nunca teve qualquer trabalho de manutenção desde que foi construída, apresenta enormes fragilidades.

As tábuas do tabuleiro são demasiado compridas, estão ressequidas e, por tal facto, fletem sempre que são pisadas, ameaçando quebrar.

É a sensação que se sente sempre que no tabuleiro se circula.

Por outro lado, as guardas da ponte de tão ressequidas que estão, ameaçam cair ao serem tocadas.

Se eu tivesse responsabilidades na situação, impedia a circulação na ponte, uma vez que os alunos da secundária por perto, com tempo a caminhar para primaveril, ali passam parte dos seus tempos livres de escola.

Fica no entanto a sugestão.

Manuel Peralta

segunda-feira, 23 de março de 2026

SE FOSSE NA CIDADE???

Enviei ontem, 22.03.2026, para a Câmara de Castelo Branco e Junta da Freguesia, este email.

2. Ver foto

As diferenças são evidentes.

No anexo 1, a natureza em todo o seu esplendor, água limpa que corre livremente e é fonte de vida para toda uma fauna que da ribeira se alimenta.

No anexo 2, a incúria municipal, dinheiro mal gasto, obra em ruina, que em tudo contrasta com o curso de água agora limpo. Obra da tripla Sócrates/Morão/Correia.

Se este curso de água limpa, serpenteasse na cidade, decerto já teria sido aproveitado para dele ser tirada a vantagem social/ecológica que por aqui tarda.

Uma séria de pequenas cascatas ao logo do leito da ribeira, esta com as margens limpas de matos e herbáceas, com passeios que permitissem a mobilidade em ambas as margens.

Mas estamos em Alcains, por aqui TOSTÕES, na cidade, MILHÕES.

Manuel Peralta

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Boa notícia cá para a terra

Há efetivamente uma mais que boa, digo excelente notícia, para Alcains.

A sua execução tem demorado, como aliás quase tudo neste país, mas, por ser uma excelente notícia, não deixarei que a sua execução se torne realidade.

Sugiro a leitura desta carta que abaixo reproduzo.

Como se lê trata-se de “EMPREITADA DE EXECUÇÃO DO SISTEMA DE TRANSPORTE DE ÁGUAS RESIDUAIS DE ALCAINS, (DA ESTAÇÃO ELEVATÓRIA SITUADA NA AVENIDA 12 DE NOVEMBRO DE 1971), ATÉ Á ETAR NORTE DE CBRANO, ONDE ALI SERÃO TRATADOS”.

Portanto, a estação de tratamento dos esgotos de Alcains, situada ao lado do cabeço do carvão, vai ficar fora de serviço.

Mas, como estas coisas demoram, ONTEM DIA 10 DE FEVEREIRO, decidi insistir com a Senhora ADMINISTRADORA DA REGIÃO HIDROGRÁFICA TEJO E OESTE, DRª. TERESA ALVARES, sobre a situação deste projeto.

Dou a conhecer o e-mail que lhe enviei.

Tendo presente o ponto n.º 4 deste seu ofício e, decorrido já muito, mesmo muito tempo, muito mais que um ano, agradecia o favor de me informar sobre se a situação, ali referida no ponto 4, ainda se mantém.

Já há data previsível para a CONSIGNAÇÃO DA OBRA?

A verba monetária para a sua execução ainda se mantém, ou já foi “desviada” para outra obra?

Há dois anos em e-mail seu que retenho, fiquei entusiasmado com a expectativa que me criou, mas hoje, agora, neste momento, a minha expectativa é muito mais que desesperança...

Porque ainda vou acreditando que há INSTITUIÇÕES/SERVIÇOS, que cumprem perante a comunidade que os mantém, não deixo de lhe colocar estas questões de que fico a aguardar resposta.

Aproveito para lhe mandar as fotos de hoje que localizam as obras prometidas.

Conto consigo

Bem haja

Manuel Peralta

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

INVESTIMENTOS IMPRODUTIVOS

É uma dor de alma.

Passear pela nossa terra, nomeadamente em locais onde foi possível de forma ordenada construir habitação, graças ao interesse e vontade de particulares e observar o que as fotos mostram, é mais que uma tristeza, é uma dor de alma, como por aqui se diz.

Moradias urbanisticamente enquadradas, arquitetonicamente projetadas, gosto e beleza de proprietários na sua casa, tudo obra de particulares, ao passo que desde autarquias, empresas, e entidades, várias, não cumpriram nem cumprem o seu dever perante a comunidade que dizem defender, isto é, entenderem-se entre si para que o investimento feito pelos particulares nas infraestruturas, seja aproveitado, aumentando a qualidade de vida dos investidores.

Porque há que dar um fim a esta situação, remeti ontem, 9 de fevereiro d 2026, para todas as entidades responsáveis pelo desleixo atual, email que abaixo reproduzo.

Autarquia e investidores em loteamentos para construção de habitação, têm feito enorme esforço financeiro em dotar as infraestruturas com redes subterrâneas de gás, comunicações e energia.

Recentemente, a Câmara da cidade de Castelo Branco, na espinha dorsal da Vila, fez elevado investimento de requalificação urbana, dotando toda a zona com rede subterrânea para acomodar as infraestruturas existentes, gás, comunicações e energia, tornando a prestação destes serviços, alojados na rede, mais resilientes, como agora a moda diz.

Ora, quer nos loteamentos, quer na freguesia, estes investimentos oriundos dos portugueses que pagam impostos, lá permanecem sem qualquer utilidade quer para as empresas quer para os cidadãos. Nem cabo, tubo ou fio por ali passa...

Não será já tempo passado a mais para que todas as entidades, cumpram ou façam cumprir o seu dever?

Para onde anda a Anacom, a Erse, a Edp e demais poderes locais?

Nem sequer falo da vista desagradável que se observa, nas fotos supra, que são de vivendas em loteamentos e ruas que, tendo infraestruturas, de nada servem!!!

Uma Autoridade Nacional das Comunicações, ANACOM, sem autoridade, uma Entidade Reguladora dos Serviços Elétricos, ERSE, entidade que nos ENTEDIA, e uma Câmara que neste particular, faz de câmara escura...

Quando o país voltar à normalidade depois destes eventos meteorológicos, sugiro que se pense no assunto e se faça algo.

Não esquecerei, voltarei a insistir. Mais uma vez as fotos assim o denunciam. Até quando?

Ao dispor

Manuel Peralta

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

ZONA VERDE QUASE ÀS ESCURAS

Há mais de um ano nisto. Várias lâmpadas fundidas. 

As duas fotos que junto, dão nota da falta de iluminação pública, em vários candeeiros, na zona verde de Alcains.

Várias vezes denunciei esta situação aos autarcas anteriores a estes novos autarcas, mas infelizmente, sem resultados.

Esta situação arrasta-se à muito tempo e, por isso, enviei recentemente este email, insistindo, com ambas autarquias, Junta e Câmara, solicitando a resolução, quando possível da situação.

Esta zona onde os candeeiros estão sem luz, é a zona mais frequentada da zona verde, uma vez que, para lá da ponte, é quase impossível nos passeios que ladeiam a ribeira, passar por ali, tal é o estado de degradação que por ali campeia.

Vamos ver se é desta que, aguardando, se resolva a situação aqui denunciada.

Manuel Peralta

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

MORREU UM HOMEM

Fui ao seu funeral concorrido funeral. Nasceu a 24 de fevereiro de 1924 e partiu em 13 de janeiro de 2026.

HOMEM bom, simpatizante, não sei se militante do PCP. Claro, simpatizante, dos tempos em que a democracia ainda não tinha nascido para os tugas.

Conheci por aqui, outros, que militaram já com a democracia criança, que aos poucos o abandonaram...Fez parte, eleito para a Assembleia da Freguesia de Alcains, quando por ali andei. Primeiras eleições autárquicas em democracia.

Calceteiro, passou a vida a colocar com as mãos, pedras, onde outros punham pés. Mãos trabalhadoras que agora descansam.

Tem uma obra de arte na cervejaria Trindade, num quadro colocado numa parede ao fundo da sala, de pequena calceta, que executou quando por ali foi aprendiz da arte. Fui lá em tempos que por Lisboa andei.

Trabalhou muito para a junta da freguesia nos anos 8o a 82, quando uma pedra de calçada cortada na Santa Apolónia, nos "aclipos" do senhor Armindo, custava 11 tostões.

Foi professor de calceteiros, nos tempos da novas oportunidades, tendo dado aulas a 15 alunos da calçada, dos quais, disse-me ele, nenhum seguiu a profissão.

Com ele morre mais uma profissão em Alcains, pois o seu filho Joaquim goza de pouca saúde. Da sua fornada e escola, na zona, ficam apenas três calceteiros, dois na Lardosa sobrinhos do TI JOÃO VISGA, e um na Lousa, que com ele aprenderam e no seu funeral estavam.

Paz à sua alma que decerto estará em paz no reino das pessoas como o TI JOÃO SANTOS,  na terra dos cães apelidado de TI JOÃO VISGA, devido ao seu olho esquerdo estar sobre fechado.

A foto acima do TI JOÃO data de meados de novembro do ano passado, em encontro casual frente aos CTT da nossa terra. Por detrás a minha bicicleta.

Em conversa com ele naquele dia, queixava-se da fragilidade do seu BOM coração, mas sempre com aquele ar de simplicidade e simpatia dos HOMENS BONS.

Parte um amigo, fico mais pobre ...

Manuel Peralta

sábado, 17 de janeiro de 2026

FICA SEMPRE ASSIM QUANDO CHOVE

Em 13 de janeiro corrente, voltei a insistir com as autarquias, Junta e Câmara da cidade de Castelo Branco, para a situação que a foto mostra.

Esta, mostra o estado em que fica a quelha por detrás das instalações da GNR.

Da tapada em venda das "Macacas" escorre um linha de água que, em conjunto com a das chuvas, inunda sempre a quelha.

Situação que se mantém durante uns dias.

Referir que por ali passa muita gente, é uma verdade incontestável.

Esta questão arrasta-se desde sempre e, em email do ano passado, quando pus esta mesma questão ao Senhor Presidente, respondeu "vou já tratar disto".

Pode ser que este ano façam ali acontecer qualquer coisa.

Assim o espero.

Manuel Peralta

Nota. Os proprietários dos terrenos que confinam com a quelha, informam que já terão dado autorização à autarquia, para as obras que lhes prometeram, alargamento e asfaltagem.

segunda-feira, 10 de novembro de 2025

Obras na EEAR ALCAINS

 (Estação Elevatória de Águas Residuais de Alcains)

Ponto de situação.


Em 15 de outubro de 2024, ano passado e, em seguimento de denúncia minha, a Senhora Coordenadora do departamento Comercial da AdVTejo, Dona Cláudia André, via email que podem consultar neste blogue, informava-me de que se tinha aberto um “PROCEDIMENTO CONCURSAL PARA A REALIZAÇÃO DE OBRAS NA EEAR DE ALCAINS, OBRAS ESTAS QUE IRIAM ASSEGURAR A REMODELAÇÃO/BENEFICIAÇÃO DESTA INFRAESTRUTURA, PREVENDO IGUALMENTE QUE AS OBRAS SE IRIAM INICIAR NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2025”.

Apesar de inúmeras insistência não só para a AdVTejo, mas igualmente para outras entidades quer ambientais quer municipais, continuo a esperar sentado.

Entre outros, que constam no blogue, e como os email seguintes mostram, não desisti.

Em, 8 de novembro de 2025, para a Administração de Região Hidrográfica do Tejo e Oeste.

Bom dia Senhora Administradora Geral da ARH Tejo e Oeste.

Não pondo em causa o interesse do Seu serviço na questão, e relendo a sua carta em pdf, insisto por resposta se a tiver.

Como ainda não me respondeu, presumo que aguarda resposta das Águas de Lisboa e Vale do Tejo/Administração do grupo ÁGUAS DE PORTUGAL.

Será que, tal como acontece comigo, podemos esperar sentados?

A falta de respeito pelos cidadãos que pagam os salários “desta gente”, é uma das razões do nosso atraso, prestar contas do seu trabalho, é um direito que me assiste.

Vou continuar a exerce-lo.

Se puder e considerar oportuno, agradeço que remeta este email para a AD do grupo Águas de Portugal, uma vez que no seu site não aparece email. Porque será?

Aguardo por resposta.

Ao dispor

Manuel Peralta

Em, 3 de novembro de 2025, para Administração de Região Hidrográfica do Tejo e Oeste.

Boa tarde Senhora  Administradora Geral da ARH Tejo e Oeste.

Tenho presente a sua carta do pdf, supra.

Peço o favor de me informar, se já tem alguma resposta ao que refere no último parágrafo ali contido, que pode ali ler.

Aguardo por resposta e muito obrigado.

Ao dispor.

Manuel Peralta

***

Demonstrando a falta de respeito pelo cidadão, ainda nada disseram.

Vou continuar. Insistindo pela resposta a que tenho direito.

Manuel Peralta

sexta-feira, 7 de novembro de 2025

VALEU A PENA

 Hoje, 6.11.2025, a ribeira da Líria corria assim.

Passados mais de 50 anos de poluição constante, fico satisfeito com o que se conseguiu.

Incómodo, por vezes criticado, acusado de procurar fechar a ex CONSAL, hoje OVIGER, enfim, bons e menos bons momentos de vida do cidadão que, quase foi "ambientalista".

Os proprietários confinantes com a ribeira, podem agora colher e comer os alimentos da sua agricultura de subsistência.

Hoje a ribeira está limpa, desassoreada, e á água que ali corre, é transparente. A melhoria do ambiente em geral, aconteceu.

Entretanto, os Presidentes da Câmara da cidade de Castelo Branco e Junta da Freguesia, escreveram que "VÃO FAZER ACONTECER", prometendo a "REQUALIFICAÇÃO DA RIBEIRA DA LÍRIA E ZONAS ADJACENTES, PROMOVENDO A CRIAÇÃO DE ZONAS VERDES E DE LAZER".

Aqui está o que escreveram, podem ler.

Por tudo isto, e entusiasmado, vou continuar.

Manuel Peralta

quarta-feira, 5 de novembro de 2025

NO DIA DA TOMADA DE POSSE MUNICIPAL

Em 3 de novembro de 2025, remeti para a Senhora Engenheira Sónia Mexia, ex administradora dos Serviços Municipalizados de Castelo Branco, este email.


Bom dia Senhora Engenheira Sonia Mexia.

Hoje, no dia em que toma posse como vereadora da Câmara Municipal da cidade de Castelo Branco, ocorreu mais um enorme evento de poluição dos efluentes domésticos de Alcains, que exalando nauseabundo odor, infestam toda a dita Zona Verde Alcains e, moradores envolventes.

Nas três semanas passadas os colaboradores dos SMASCB não saíram de cá, para solucionar tamanho problema.

Hoje, voltou a ocorrer.

Vamos ver se durante o seu mandato, consegue fazer o que fez com os efluentes industriais do matadouro Oviger.

Não remende, faça de novo.

Pela minha parte não lhe darei descanso.

Conto consigo.

Sugiro.

Porque não, juntamente com a APA, ALVTejo, ADP, IGAMAOT, entre outras entidades, não estudam a sério este problema que fica caro, muito mesmo muito caro, aos Portugueses que pagam impostos?

Porque não eliminar a ETAR de Alcains ao cabeço do carvão e, a estação elevatória dos efluentes domésticos de Alcains e, ligar toda esta infraestrutura de custos à rede de Castelo Branco?

Os SMASCBranco gastam imenso dinheiro dos nossos impostos, com as idas e vindas diárias de CB a Alcains, por vezes mais de 3 semanas em permanência, com interrupções de trânsito, com desagradados comentários dos habitantes, com maus cheiros persistentes, com inundações de casas de banho, enfim, sem soluções definitivas para este eterno problema.

Pode ser que me oiçam!!!

Fica a sugestão.

Manuel Peralta