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sexta-feira, 9 de outubro de 2026

JÁ NÃO ESTAVA NA JUNTA

Não estava na Junta da Freguesia, mas nunca deixei de estar atento ao que se passava.

Profundo conhecedor da situação e dos esforços desenvolvidos quando, na qualidade de Presidente, tentei junto de tudo e todos a construção do novo edifício, pois o ensino secundário funcionava provisoriamente na casa da generosa/benemérita família, José dos Reis Sanches, no largo de Santo António.

Com os cofres públicos esgotados, foram os dinheiros da então CEE a financiar a construção de escolas.

A local que abaixo público dava nota da situação.

Por mim assinada a local dava a conhecer, ainda em contos, o financiamento de dez escolas em Portugal.

A falta de edifícios em todo o país para as escolas era de tal dimensão, que suspeitando eu que outros interesses, nomeadamente partidários, se sobrepusessem aos verdadeiros da comunidade, Alcains pudesse ficar para trás.

Conheci, entretanto, um engenheiro que trabalhava na Direção geral das Construções Escolares, ligado a Alcains por ter casado com uma das filhas do casal, Manuel Semôa/Ana Brites com quem me relacionei, pois festejava a Páscoa e a feira dos Santos na casa da sogra, que ficava frente à casa da avó materna de minha esposa.

E a partir deste conhecimento fui sendo informado do evoluir da situação.

No distrito de Castelo Branco, onze concelhos e, Alcains sem ser sede de concelho e apenas freguesia, com tantos interesses instalados, alertei publicamente para a situação.

Ali, na local que remeti para vários jornais de âmbito local e regional, notícia que teve o seu impacto, fui posteriormente informado pelo Senhor Governador Civil de então, Alberto Romãozinho meu amigo pessoal, pelo facto de no mandato anterior termos sido ambos presidentes de junta, ele nos Cebolais de Cima e eu em Alcains de que estaria a pressionar o governo para que Alcains fosse comtemplado com uma escola.

E felizmente assim aconteceu.

Hoje, Alcains deve orgulhar-se das suas escolas, pois continua a haver por aí, imensas carências de edifícios escolares, que começam a sobrar em Alcains, pela redução significativa de alunos.

Nota. O nome de José Sanches dado à escola de Alcains, resulta do facto de em Assembleia de Freguesia e por unanimidade ter sido votado este nome, uma vez que o terreno do ex ciclo preparatório foi oferecido pela família Sanches e o ensino secundário ter funcionado provisoriamente na sua casa no largo de Santo António.

José dos Reis Sanche Júnior, que muito precocemente faleceu, era o nome do marido da Senhora Dona Teresinha Sanches a quem Alcains muito deve, pois foi sob a sua vontade que tudo isto aconteceu.

Foi durante o meu mandato na Junta que se deu este nome à rua onde funcionou o ciclo preparatório.

Num acaso de vida, encontrei em CBranco a Dona Teresinha que, emocionada, me agradeceu tal situação.

Manuel Peralta

sábado, 3 de outubro de 2026

ALERTA PARA LIMPEZA

Remeti ontem, 2 de outubro para a Junta da Freguesia este e-mail, alertando para a necessidade de serem cortados e limpos os sobrantes da barroca que a foto  mostra.

Ali faço outras considerações que envolvem diversas entidades, que lendo, ficarão a conhecer.


Bom dia

Uma vez que a CMCBranco mandou cortar os infestantes na ribeira da Líria, mas os taludes das margens ficaram como dantes, assim como os infestantes destruídos repousam no leito da ribeira provocando o seu assoreamento em caso de cheia, seria bom que a Junta da Freguesia mandasse cortar e limpar, repito, limpar os sobrantes dos infestantes desta linha de água que vem de noroeste de Alcains.

Igualmente seria de bom tom que a Junta intercedesse junto da ARHTejo e Oeste, presumo que a APA já o terá feito, para retirar a cobertura do depósito da EEARAlcains, que ali jaz morto desde que a Cristin nos visitou.

Aguardo.

Ao dispor

Manuel Peralta

segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Abandono

EEARAlcains

Enquanto as obras prometidas não se iniciarem na EEARA, Estação Elevatória das Águas Residuais de Alcains, não vou deixar morrer o assunto.

Para tanto enviei em 17 de setembro para as ditas entidades responsáveis, ALVTejo, IGAMAOT, AdP; APAmbiente, ARHTejo, JFreguesia, CMunicipal e SMASCBranco, novo email, insistindo com a situação.

Nenhuma destas entidades respondeu.

Dou conhecimento do meu email.

***

Bom dia.

Em 15 de outubro de 2024, a Senhora Dona Cláudia André, informava-me por email de que "as obras de remodelação/modernização da EEARAlcains, se iriam iniciar no primeiro trimestre de 2025", era a sua previsão, na qualidade de responsável pela situação.

Praticamente um ano decorrido e, nada.

Pior, nem os efeitos causados pela devastação causada na referida EEAR pela tempestade Cristin, e que a foto mostra, foram retirados.

Falar apenas de abandono, não reflete na totalidade a incúria e a irresponsabilidade de serviços e pessoas que, durante mais um ano, condenaram toda a zona envolvente, a maus cheiros, a melgas, e a ratazanas que se impunemente se passeiam no seu abundante parque de recreio, qua é a EEARAlcains.

Está em tribunal a situação, dizem.

Apesar de esperar sentado, enquanto puder denunciarei a incompetência, o abandono o deixa andar da instituição responsável.

Nunca aqui investiram um tostão, para que conste.

Manuel Peralta

***

No dia 21 de setembro de 2026 respondeu o Senhor Nuno Machado, adjunto do Presidente da Câmara da cidade, dizendo que a minha exposição “mereceu a nossa melhor atenção" e que "havia sido enviada para os serviços competentes para análise e tomada das diligências necessárias".

De imediato respondi com o email que dou a conhecer ao Senhor Adjunto do Presidente.

Bom dia, Senhor Nuno Machado.

O que pretendi e pretendo com a "exposição" a que teve a amabilidade de me responder, é manter viva uma situação que se arrasta há muito tempo.

Dos inúmeros emails que já remeti às entidades responsáveis, enviei sempre para a Câmara da cidade e para os SMASCB, nomeadamente para a Senhora Engenheira Sonia Mexia.

Quer da Câmara da cidade quer dos SMAS, nunca sequer acusaram a receção dos meus emails, quando a minha exclusiva intenção era de que, ao dar conhecimento desta desagradável situação, as duas entidades ajudassem com o poder que detêm, a fazer algo pela minha terra, Alcains, freguesia da Câmara da cidade de Castelo Branco.

Admito que o tenham feito, mas como nunca nada me disseram, duvido que se interessassem sequer por ele.

Tome nota, é um problema de Alcains, não da cidade da qual o Senhor é digno Adjunto.


Ao dispor

Manuel Peralta

terça-feira, 22 de setembro de 2026

O CAOS na LÍRIA

Porque mais cedo que tarde as chuvas irão voltar, e quando voltarem normalmente costumam ser torrenciais, remeti para as autoridades ambientais, autárquicas, de proteção civil e militares, GNR Ambiente, o email que aqui reproduzo. 

Bom dia

Por aqui, Alcains, a ribeira da Líria está repleta de infestantes, que obstruem a livre circulação das águas.

Tenho à minha frente, o PLANO MUNICIPAL DE AÇÃO CLIMÁTICA DE CASTELO BRANCO.

Claro que é de Castelo Branco e não do seu Concelho, como demonstra a freguesia de Alcains .Ali se promete o que não se faz, 

São 16 os objetivos estratégicos, esta palavra sem sentido, lá está para dar aquele ar de modernidade, e 25 medidas que abordam a proteção das pessoas e dos recursos naturais, e... transformação das infraestruturas para lidarem com os eventos extremos de precipitação.

Como se pode observar pela foto, a mentira está institucionalizada e o estado da ribeira assim a denuncia.

Recentemente em Espanha, inundações e um morto.

Estão à espera de que?

Manuel Peralta

quinta-feira, 17 de setembro de 2026

De HOSPITAL a EXTENSÃO de SAÚDE

Em outubro de 1981, a degradação do edifício do Hospital José Pereira Monteiro de Alcains era por demais evidente. Situação que se arrastava há vários, muitos, anos.

O casal Alcainense Pereira Monteiro, não teve filhos, ao que me contava a Minha Querida Mãe, que os conheceu, eram para lá de muito religiosos, muito ricos, pois doaram à igreja o Monte de São Luis em Castelo Branco, uma das maiores propriedades concelhias e, construíram de raiz, o maior edifício de Alcains, o Seminário de São José, que batizado foi com o mesmo nome do doador, José Pereira Monteiro.

Doaram igualmente à igreja o edifício do Hospital com o seu nome.

Tendo cumprido a sua função até cerca dos anos sessenta, lembro-me de subir uma elevada escadaria de pedra, encimada com um altar, e ali ir ver familiares doentes.

Por essa data fechou, deixou de ter utilização e assim a degradação habitou o vetusto edifício.

Instalado a caminho da igreja, na data com muito mais procura, era o comentário de todos os passantes, com prioridade para calcar na igreja.

Fui ter com o Senhor Vigário de Alcains, o saudoso Padre António Afonso Ribeiro, que me enviou para o reitor do Seminário, o senhor padre Chaves, que me enviou para o senhor Bispo da diocese, Dom Agostinho de Moura, que me enviou para o diretor do Património Diocesano, a quem expus pela quarta vez a situação.

Que sim que iam ver, pois estavam preocupados com a situação, mas, como o Meu Querido Pai me tinha ensinado que a igreja é muito mais lesta a receber que a dar, cheguei à conclusão que o caminho teria de ser outro e, decidi sem nada dizer aos responsáveis da igreja fazer um inquérito à população.

Na quinta feira seguinte tinha o Senhor Vigário na Junta a interrogar este Escuteiro que em tempos havia sido.

As respostas ao inquérito foram todas do tipo, mais e melhor para Alcains e, depois de publicadas na Comunicação social, a igreja ficou a saber do crispado ambiente dos seus paroquianos relativamente à situação.

Entretanto, consegui acesso a uma cópia da escritura de doação do edifício do Hospital por parte da família Monteiro à igreja, e lá se dizia. Essa escritura ficou na Junta.

Recordo de memória.

"um dia, que Deus não haja, em que o hospital deixe de exercer a função que lhe foi destinada, deve ser entregue a uma instituição que prossiga fins sociais"

Era um documento muito mais extenso, com expressões e cuidados a ter mas que, foi para mim uma delícia ler tal documento, de uma riqueza literária de fazer crescer frases na boca...

Ainda tive uns encontros com a Segurança Social de Castelo Branco que se manifestou interessada em ajudar, mas entretanto a questão com a igreja foi-se arrastando e, apenas no mandato do Eng.º Rogério o Hospital passou a Extensão de Saúde, até aos dias de hoje.

Manuel Peralta

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

INFANTÁRIO - O que se dizia

Ando a dar volta aos recortes de jornal que ao longo da minha vida pública recolhi, dando a conhecer para memória futura, o que o jornal sobre Alcains, publicava.

Desta vez sobre o INFANTÁRIO, Casa do Bem.

O Infantário que através das Irmãs Franciscanas de Maria servia as crianças de Alcains, funcionava, a título gratuito no edifício onde hoje se encontra o museu do Canteiro, propriedade da família do doutor Ulisses Pardal.

E sob o comando das IRMÂS, prestou um dos melhores serviços a Alcains, nunca reconhecidos publicamente pelos autarcas da cidade de Castelo Branco.

Como não me canso de reconhecer quem ajudou Alcains, na pessoa da Irmã Conceição, Diretora da Instituição, com quem foi muito agradável cooperar, curvo-me perante as qualidades da Instituição que em muito contribuíram para o "Elevador Social" das crianças da nossa terra.

 

Lendo a local de David Infante, o alarme era injustificado, pois na notícia era encontrada a solução.

As obras do novo infantário quando tomei posse estavam paradas por falência do empreiteiro, foi necessário encetar junto das entidades nova adjudicação, o que aconteceu com brevidade e, claro, o novo infantário na Pedreira, foi inaugurado durante o meu mandato, pelo Senhor primeiro-ministro de então, Doutor Francisco Pinto Balsemão, e, ali couberam todas as crianças que se tinham inscrito.

A questão do pagamento da mensalidade era coordenada pelo Centro Regional de Segurança Social que dava à Junta e às Irmãs, as regras que a nível nacional, se consideravam.

Mas era muito difícil socialmente perceber porque é que, quem apresentava sinais exteriores de riqueza, vivenda, carros, vida quase faustosa, pagava o mesmo, no caso em apreço, o mínimo, que casal que vivia do seu trabalho e tinha vida social pacata.

Com a Irmã São analisávamos os casos, tendo apenas como documentos para decisão, as folhas dos vencimentos dos pais e quanto a IRS e outros impostos nada havia.

Os casais que trabalhavam por conta de outrem apresentavam as suas folhas de vencimentos com os mínimos e os patrões dos mesmos trabalhadores seguiam igual caminho, perante a incapacidade da Junta em desatar este nó social.

Hoje com as contas do IRS pode ser que a situação seja diferente, mas esta questão da fuga aos impostos, presumo ser mais grave do que naqueles tempos.

Manuel Peralta

domingo, 13 de setembro de 2026

ATIVIDADES em DECLÍNIO

Deve-se ao Conde de Idanha a Nova, o Senhor António Trigueiros de Aragão a oferta a Alcains do magnífico edifício da Casa do Povo.

Recentemente restaurado e, agora, em bom estado de conservação.

Na lapela do edifício, o Senhor Trigueiros mandou colocar o emblema de Alcains, um trabalho de forma oval, em granito da  nossa terra, representando as atividades existentes praticamente durante todo o século passado e em recessão nos dias de hoje.

Lá estão representados os instrumentos dessas atividades, CANTEIROS (maceta, compasso, pico) e, OVELHA, (lã, leite e queijo). Alguma floresta encima o emblema, nomeadamente folhosas, carvalhos.

Nestes tempos, a atividade de trabalhos em pedra, está praticamente moribunda, uma ou duas oficinas da atividade, uma mais morta que moribunda e outra dedicada quase em exclusivo ao fabrico de campas para cemitérios.

A atividade de corte de pedra nos "aclipos" de Santa Apolónia está extinta. Raros são os vários edifícios em construção que "metam pedra", como se dizia nos seus tempos áureos.

Os CALCETEIROS de Alcains inexistem já e, os CANTEIROS, estão em acelerada extinção e, um ou outro emigrado, resta ainda.

Contava-me o Ti João Visga antes de morrer, que de um curso de 16 formandos em que foi professor, nas "Socráticas Novas Oportunidades", nenhum seguiu a atividade que aprendeu.

Observando o emblema de Alcains e descendo até à OVELHA, a situação atual é de igual agastamento.

Os proprietários dos maior rebanho de Alcains, no Cabeço do Carvão, estão a substituir a atividade de fabrico de queijo para carne, isto é apostando mais na venda de borregos.

Não há  e, quando os há, é muito difícil manter PASTORES.

Enquanto noutros tempos estas atividades passavam de pais para filhos, os filhos de agora procuram "outras formas de vida". Não há familiarmente reposição da atividade.

Esta situação familiar não é de agora, pois nas várias famílias que durante o século passado fizeram florescer esta atividade, "o queijo de Alcains", em nenhuma, o fabrico de queijo continuou, Luis Amaro ( pequeno), António Damas, Francisco Lopes, Jaime Silva, Manuel Amaro, José Amaro, Luis Amaro (grande) entre outros.

Do muito queijo que se vende em Alcains, a grande parte vem de produtores da Soalheira e, o que ainda é feito por cá, não sei de onde vem o leite.

Restam com atividade em acelerada mudança os Irmãos do Cabeço do Carvão.

O tempo, esse corretor silencioso, a pouco e pouco vem atualizando as nossas memórias ao mesmo tempo que desatualiza os emblemas e as nossas bandeiras.

No século passado Alcains caminhou por aqui, e agora, para onde vai caminhar Alcains?

Fica a questão.

Manuel Peralta

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

REDE ELETRICA em ALCAINS

Como refere a local do jornal que abaixo convido a ler, em 1980, o estado calamitoso em que desde há vários anos se encontrava a distribuição de energia elétrica em Alcains, tornava esta questão no problema mais importante da nossa terra.

O setor estava em transformação e a empresa que tinha esta concessão era a HEAA, Hidroelétrica do Alto Alentejo, vulgo em Alcainês, a "hidra".

Os arraiais das chispas elétricas em várias ruas eram uma festa constante, a generalidade das casas tinha pequenos transformadores de tensão para melhorar a corrente, e ainda uma trovoada ameaçava Cafede e já não havia luz em Alcains.

A expansão industrial que se vivia na data, era muito prejudicada com a situação e, para se ter uma baixada para uma casa a demora era eterna...

Sendo a minha formação em Eletrotecnia e Máquinas, era para mim uma responsabilidade acrescida resolver o problema e, assim foi.

O mártir profissional desta situação, era o Engº. Barata, um honrado e excelente militante do PCP, Partido Comunista Português, a quem todos se dirigiam para resolver os seus problemas.

O poder local era da AD, Aliança Democrática, onde havia nalguns setores um "ódio de estimação" a tudo o que vermelho era.

Houve, entretanto, uma reunião na Câmara com o Secretário de Estado, António Nobre de seu nome, para se inteirar deste problema que era geral no concelho, mas a reunião descambou para cima do Engº. Barata.

Conhecedor da falta de meios da "hidra", defendi perante os presentes que o Engº. Barata era o menos responsável da situação, e o que deveria ser feito era dar meios a quem os não tinha.

Na reunião havia autarcas do PCP e, passados poucos dias, aparece na Junta o Engº. Barata com um plano para serem construídas 5 cabines onde se iriam alojar os postos de transformação .respetivos.

A Junta com apoio do Engº. Barata, escolheu os locais, Lavandeira, Joaninho, Ciclo Preparatório, Correios e "João Serrão/Regatinho", e o dinheiro foi entregue à Junta para custear as obras.

Dito assim até parece que foi fácil, pois a seguir era necessário dar volta completa a Alcains com valas para enterrar os cabos que iriam interligar as cabines dos transformadores e, fazer um ramal da subestação por detrás da Consal para as alimentar.

Fui duas vezes a Lisboa, à Federação dos Municípios, entidade em criação, e dois engenheiros vieram a Alcains, aferir a situação, para se adjudicarem as obras das valas.

Passado ainda algum tempo, sou visitado pelo responsável da empresa Pereira da Costa, uma excelente empresa que, entretanto faliu, recentemente, que deu uma volta completa a Alcains.

Hoje temos uma energia de excelente qualidade, praticamente toda subterrânea, coisa rara no concelho e, a maior prova da sua fiabilidade que anotei, foi que na tempestade Cristin que assolou o Pais e em Alcains com ventos de cerca de 140 km por hora, "nunca faltou a luz", como por cá se diz.

Foi mesmo das coisas que gostei de ajudar a resolver.

Manuel Peralta

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

OVELHAS de PEDRA

Sim, é mesmo para MEMÓRIA FUTURA, uma vez que, a cena que a Junta da Freguesia decidiu imortalizar na rotunda do ocaso da avenida 12 de novembro de 1971, uma boa ideia, que traduz uma atividade em acelerado declínio na nossa terra.

Já quase não há rebanhos em Alcains e, concomitantemente o fabrico de queijo é uma atividade praticamente residual.

Algum, muito pouco do que se fabrica não é feito com leite das ovelhas de rebanhos de Alcains.

Como considero boa a ideia da Junta, não deixo de sugerir que se complete a cena, com um Pastor e um Cão que sempre fizeram parte desta ruralidade ancestral, PASTOR, CÃO, REBANHO, QUEIJO.

É pena que a rotunda esteja tão repleta de sinais que tiram parte substancial da beleza que a cena pretende transmitir.

Nunca é tarde para acertar.

Sempre ao dispor.

Manuel Peralta

terça-feira, 8 de setembro de 2026

LÍRIA, Aviso atempado às Autoridades

Porque os fenómenos atmosféricos são imprevisíveis e cada vez mais de gravidade extrema, remeti em 7 de setembro para a APA, Agência Portuguesa do Ambiente e para os SMASCBranco, na pessoa da Engª. Sónia Mexia, a foto da ribeira da Líria, que como se pode observar, está completamente obstruída com infestantes que impedem a livre circulação das águas.

Claro que enviei também para a Câmara da cidade e para o seu Presidente, bem como para a Proteção Civil Municipal e para o SEPNA da GNR.

Bom dia

Entrou Setembro e a Líria está assim.

Por conhecer o risco do local onde vivo, alerto todas as Entidades para o que pode acontecer.

Prefiro uma Proteção Civil centrada na PREVENÇÃO em vez de centrada na EMERGÊNCIA.

Aguardo dos responsáveis Municipais, Ambientais, de Proteção Civil e Militares a assunção das suas responsaabilidades.

Ao dispor.

Manuel Peralta

segunda-feira, 7 de setembro de 2026

VISITA DO 1º. MINISTRO e ENERGIA ELÉTRICA

1. O correspondente do Reconquista em Alcains, conforme recorte de jornal abaixo, dava nota de duas excelentes notícias para a nossa terra.

A visita do Senhor 1º. Ministro e a eletrificação da freguesia.

A CEE, tinha anunciado a disponibilização de verba para em Portugal serem construídas 44 escolas secundárias, e Alcains havia sido contemplado com uma.

A Câmara Municipal encarregou a Junta de indicar terreno.

De não muitos terrenos disponíveis e, uma vez que a construção do edifício do Ciclo Preparatório se encontrava quase terminada, a Junta indicou o atual terreno ali perto dos Sobreirinhos e, muito perto do atual Ciclo Preparatório.

O correspondente neste caso estava completamente "fora de jogo" ao sugerir o local por si indicado. Havia claro, como sempre e até hoje, interesses vários em jogo, pois a construção de uma escola arrasta sempre consigo o desenvolvimento.

2. Quanto à eletrificação, talvez o problema maior de Alcains na altura, darei notícia em próximo texto.

Manuel Peralta

domingo, 30 de agosto de 2026

QUE BANDEIRA?

No início deste mês de agosto, cerca de 80 mil emigrantes, provenientes de MARROCOS e da África Subsariana, invadiram a nado a cidade de CEUTA.

Nesta cidade residem cerca de 70 mil CEUTIES.

Foi, e ainda é um caos, pois apesar de a maioria dos emigrantes terem regressado ainda restam cerca de 5 mil emigrantes e cerca de dois mil menores, bastantes crianças.

Assisti a tudo isto nos vários canais de televisão espanhola, mas o que me chamou a atenção foi a bandeira da cidade de CEUTA, que abaixo reproduzo.

Lá estão os 7 castelos conquistados aos mouros e a cinco quinas que são as chagas de Cristo.

Desde os tempos da reconquista cristã, já lá vão mais de 500 anos, que Espanha tem duas cidades em território marroquino, Ceuta e Melilla..

Em cada uma destas cidades, existe um Presidente que responde ao governo de Espanha, no caso de CEUTA denominado, Juan Jesús Vivas.

Com esta invasão Marrocos pretendeu dizer a Espanha que invadirá qualquer destas cidades sempre que quiser.

Também há mais ou menos quinhentos anos, Portugal teve em Marrocos 3 cidades, Alcácer Ceguer, Arzila e Tânger e, o nosso rei Don Sebastião foi para lá lutar para transformar o reino mouro em reino cristão.

Ainda bem que se perdeu numa manhã de nevoeiro, até hoje.

O que hoje acontece em CEUTA é mais que uma calamidade, violações, fome, miséria, assaltos e os Ceuties fazem guarda a suas casa com receio de serem assaltados.

Todo isto porque o governo de Espanha tem nas suas leis um disposição que " quem chega a nado a Espanha, tem de ser acolhido ".

Entre muitos outros problemas, este é o maior e mais urgente, tudo isto com Sanchez, chefe do governo há um mês em férias..

Manuel Peralta

ADENDA
Ceuta foi conquistada em 1145 pelos Portugueses, no princípio da expansão Portuguesa e Europeia pelo mundo, e integrou formalmente o reino até 1668, apesar em 1640, data da nossa independência dos espanhóis, o governador da praça de então, Ceuta, não ter seguido os Restauradores da Independência e ter permanecido fiel ao rei Felipe iv de Espanha e iii de Portugal.

sábado, 29 de agosto de 2026

Festa de São Roque na Galiza, ESPANHA

Ao fazer "zapping" num dos muitos canais das televisões espanholas, vi em direto, um acontecimento que me prendeu de imediato a atenção.

E, por me parecer de interesse, dou a conhecer o que na TV, admirado, observei.

Era dia 16 de agosto e, na pequena localidade de BETANZOS, da província da Corunha com cerca de 13 500 habitantes, celebrava-se a festa do seu padroeiro, São Roque.

São Roque, santo que nasceu em França, cedo abandona uma vida de nobreza, para se dedicar ao tratamento de doentes de epidemias e pestes, tornando-se posteriormente, padroeiro de Inválidos, Cirurgiões e Cães.

Voltando à festa, trata-se de manter viva uma tradição que data de 1875, data em que uma família da localidade denominada Pita, decidiu homenagear o Santo, construindo um balão, (em Espanha denominado Globo), 

Na construção do globo são utilizados 150 kilos de papel, barrado interiormente com uma papa de farinha, com mais de 6 metros de diâmetro e que, quando cheio, comporta mais de 250 metros cúbicos de ar quente.

O globo é suspenso da torre da igreja da localidade a mais de 30 metros de altura, preso por uma corda, ligeiramente inclinado, enquanto que em baixo, dezenas de Betanzeiros, mantêm aberta a base do globo, enquanto outros acendem uma mexa que a pouco e pouco vai enchendo o globo de ar quente.

À medida que o globo vai enchendo com o ar quente, vai subindo e, gradualmente, vai ficando cada vez mais redondo, até que, quando completamente cheio, manda a tradição que os inúmeros Betanzeiros, que na base o suportam, deem uma volta completa e libertem o globo.

Este sobe e a multidão aos gritos de entusiasmo, com muita bandas a tocar, olham o globo até este desaparecer na noite.

Exteriormente, o globo é decorado com desenhos de artistas locais, com temas que por ali foram atualidade, nomeadamente um desenho com a cara do Cucurelha que foi jogador pela Espanha que ganhou o mundial de futebol.

As fotos que acompanham este texto, foram obtidas diretamente da televisão.

A Proteção Civil local está sempre presente no evento, pronta para intervir se necessário, pois o globo se mal manuseado, pode arder e no local como as fotos mostram, está toda a gente que há na localidade e imensos vizinhos.

Eu gostei de ver e, por isso, pode ser que, a quem me lê, aconteça o mesmo.

Manuel Peralta

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

O RELÓGIO DA TORRE DA IGREJA MATRIZ

Avariado há muito tempo, era uma fonte de risadas e cometários jocosos, sempre que na espera de um funeral ou saída de missa, por ali o pessoal se juntava.

Conto até uma situação que comigo se passou.

Conversando ali, frente à Igreja Matriz com um grupo de amigos, sou interpelado pelo Eugénio, Alcainense que vivia no asilo, carpinteiro de profissão, mas cego desde que nasceu.

- Dizia ele!

Óh. senhor Presidente, faça lá o favor de pôr o relógio a funcionar, porque eu, ali no asilo, é como que estou no fundo de um poço, nunca sei às quantas ando, o relógio faz-me mesmo muita falta.

Lá lhe disse que estava a tratar do assunto, mas para mim, refletindo interiormente sobre este mais que justo pedido, prometi a mim mesmo que, se conseguisse satisfazer o pedido do Eugénio, já valia a pena ter passado pela Junta.

O recorte de jornal que publico, agosto de 1981, dava nota de que o tema relógio, estava em andamento.

 

Juntamente com o relógio novo foram adquiridas mais duas sinetas para os quartos de hora, as existentes estavam rachadas, foi instalado o novo relógio, as quatro janelas da torre foram fechadas com rede para evitar que os pombos sujassem o equipamento, e, instalado na base da torre um relógio padrão para que se pudesse acertar sem ser necessário subir as várias dezenas de degraus da torre.

O equipamento do relógio antigo foi recuperado no local, pintado e oleado e, os dois pilões da corda, por ali ficaram.

Foram mais de 300 contos de réis que custou o relógio que ainda hoje se mantém.

A empresa a quem se adjudicou o relógio e as duas sinetas, era de Braga.

Manuel Peralta

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Da Sobreira ao Relógio da torre

Em outubro de 1980, David Infante, na data correspondente do Reconquista em Alcains, dava nota escrita chamando a atenção da Junta da Freguesia para duas situações que "eram problema" na altura, 

Uma vetusta sobreira descaída para a estrada nacional 18, depois do cruzamento de São Domingos a caminho da Lardosa e, o descontrolado relógio da torre da Igreja Matriz.


Quanto à Sobreira.

O seu elevado porte e os seus frondosos ramos, descaídos para a estrada, obstruíam a visão dos automobilistas e, ainda mais grave, os camiões e as camionetas de carreira tinham de se desviar saindo da sua mão, para que as cargas não embatessem nos ramos da dita.

Alguns acidentes ocorreram.

Ainda hoje, as sobreiras são árvores protegidas e não é possível arrancar uma sobreira, cumprindo a lei, sem a respetiva autorização de abate.

Fiz na data na qualidade de Presidente da Junta uma exposição aos ministério da Economia e Agricultura, remetendo as notícias locais sobre o assunto, dando nota de acidentes, ao mesmo tempo que insistia junto do diretor da JAE, Junta Autónoma das Estradas, Engº. Santos Marques, de quem me tornei amigo, para os perigos existentes relativos ao fluir do trânsito.

Passado ainda algum tempo, o diretor da JAE, telefona-me, informando que havia recebido autorização dos ministérios referidos, para o corte da sobreira.

Ao contrário do que diz a notícia a autorização vem dos ministérios.

Quanto ao relógio da Torre da Igreja Matriz, darei oportunamente notícia sobre o que se passou..

Manuel Peralta

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

"TRAÇADO" , "CHAMPORRIOM" e "RECEITA"

Afinal que querem dizer estas expressões?

Trata-se de expressões que em tempos de tabernas se usaram e abusaram...

Do "Ti Domingos" ao "Requeita e Marreca" passando pelo "Banhudo" e terminado no "Ti Tobias", era um "vê se te havias", principalmente aos domingos de tarde, quando grupos de homens passeando, faziam a "rota das tabernas".

Lembro-me muito bem disto, pois o meu Pai também fazia este percurso turístico, com o seu grupo de amigos, entrando nas tabernas e mantendo o ritual do "aqui pago eu, ali pagas tu".

Era assim. Vamos a isto.


 TRAÇADO

Era uma mistura de vinho com gasosa.

Vinho tirado de pipo para copo de vidro grosso, normalmente de "meio quartilho", com metade deste e metade de gasosa.

As gasosas e também as laranjadas, eram fabricadas em Alcains pelo Ti Zé Prata, na rua do Chafariz velho, e, quer umas quer outras eram eram tapadas com uma carica em fundo vermelho com um cão desenhado a branco, que a canalha denominava de "Prata Cão".

As grades que as acolhiam eram de madeira, 24 garrafas cada, e quem na camioneta as ajudava a distribuir pelas tabernas, tinha direito a um "pirolito".

O pirolito era uma garrafa de vidro repleto de gasosa, (muito gás), encimado por uma bola de vidro "berlinde", "vulgo arrebolim em Alcainês", que, com a pressão do gás o fazia subir contra uma anilha de borracha vermelha, que evitava a saída do gás.

A abertura do pirolito era feita colocando o dedo polegar sobre o arrebolim e, com uma pancada da outra mão, estava pronto a servir.


 CHAMPORRIOM

Esta bebida, mais cara, era feita em jarro de vidro ou barro, contendo metade de vinho e igual quantidade de café de cevada.

Por vezes adicionava-se açúcar e uns gomos de laranja ou limão.

RECEITA

Assim se pedia "Óh Requeita avia aí a Receita".

Era como que um reforço para o estômago pois era constituída por meio quartilho de vinho, umas colheradas de açúcar e uma cerveja preta, 

E assim se ludibriavam com esta mistela as mazelas de um estômago vazio.

Os frigoríficos eram inexistentes nas tabernas e, um poço no quintal era um fator de concorrência.

Lembro bem no Ti Tobias de ver retirar as grades das gasosas e laranjadas, do poço ali existente.


Manuel Peralta

terça-feira, 11 de agosto de 2026

FESTA DAS PAPAS

Em 18 de março1926, o jornal ACÇÃO REGIONAL, semanário que se publicava às quintas feiras, dava nota em texto assinado por Lopes Dia(s).o seu testemunho sobre as festas das papas de então.

São cem anos, até aos dias de hoje.

Dos meus atuais 77 anos, recordo que quase em todas as ruas se faziam papas.

Os vizinhos associavam-se quer no Outeiro, na Levandeira, no Tchafariz Velho, nas Casas Novas entre outos bairros e, faziam papas.

As ditas eram feitas nas caldeiras, deitadas em tabuleiros de madeira e de casa saía-se de colher e tacho de "resmalte" ou alumínio na mão.. Acocorados junto aos tabuleiros a canalha comia papas e para casa, trazia o tacho cheio.

Uma semana ou duas antes da festa, ranchos de rapazes e raparigas acompanhados de acordeão, iam de rua em rua de bolsa na mão, recolher feijão, milho ou dinheiro para ajudar à festa.

Consigo ainda trautear a música, mas apenas de ouvido, não sei escrever a pauta.

Tempos de então difíceis mas, de verdadeira solidariedade.

Os recortes do jornal, devo-o ao Manuel Geada a quem agradeço.

Manuel Peralta

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

DE POETA DESCONHECIDO…

 


***

Dá-me flores enquanto vivo,

Que me ajudas a sorrir.

Inúteis são as flores dadas,

Depois da alma partir.

*** 


…MAS INTERESSANTE

 Manuel Peralta

sábado, 8 de agosto de 2026

FRUTA, MUITA FRUTA ESTE ANO

O ano que decorre, foi um dos melhores anos de que me lembro, quanto a fruta.

Umas primaveras a contento, com chuva fora da época da floração das árvores, deram nisto.

AMEIXAS 


Por outro lado, peras, figos, nectarinas, uvas, alperces e, quer amoras quer framboesas foi uma fartura de estalo.

PERAS 


Este ano está a valer a pena ser agricultor.

VÁRIAS 


 Manuel Peralta

quarta-feira, 29 de julho de 2026

EVENTOS DE POLUIÇÃAO – O QUE EU SEI

Em 22 de julho respondi ao email da  Senhora Engª. Sónia Mexia.

Foi igualmente dado conhecimento aos Presidentes da Câmara da cidade de CBranco e Junta de Alcains, bem como à APA ( ARHTejo e Oeste ).

Penhoradamente, agradeço este seu email que me abre a porta para tratar deste tema AMBIENTAL, sempre que as circunstâncias o aconselhem.

Tenho para mim que deve atualizar o seu nome, onde se diz, SÓNIA MEXIA, deve atualizar para SÓNIA MEXE… desculpe esta peraltice…

E, como me abre porta que no seu caso nunca esteve fechada, recordo o seguinte para conhecimento.

1. A rede de esgotos e águas pluviais da avenida 12 de novembro de 1971, data em que Alcains foi elevada a Vila, foi construída em 1980/81, sendo na data eu o Presidente da Junta. Não havia lei das finanças locais e, a Câmara, fornecia materiais para obras que a junta da freguesia executava, obras essas que, depois de concluídas eram supervisionadas pelos SMAS/CM, nomeadamente a pressão das condutas de água para detetar fugas.

A Junta tinha uma excelente equipa de 8 trabalhadores, pagos pela Câmara, coordenados por um capataz, já reformado, o “Ti Jaquim Balbino”, que toda a vida tinha trabalhado em estradas, aquedutos e redes de águas e esgotos.

Por muito exigente que era, muito humano, “não era um tipo porreiro” como por agora de vê, havia quase sempre queixas dos trabalhadores, mas o Ti Jaquim foi um excelente colaborador.

2. A conduta de esgoto corre ao lado da conduta de águas pluviais, na data a avenida não tinha separador central, obra que se fez mais tarde.

3. Como a equipa que no sábado detetou o evento, e fez vídeo, me disse que o esgoto vinha do lado poente, lado do Continente, e, sendo todas as casas ali construídas de data recente, fiquei com as minhas dúvidas, mas observei que a equipa dos SMAS tinha razão, o efluente corria mesmo como aqui refiro.

4. Pode ter acontecido que por descuido tenham ligado alguma casa em vez de ao esgoto às águas pluviais, mas isto é ideia minha, será?

5. Os SMAS como sabe, já ligaram a rede de esgotos da quelha que fica por detrás do posto da GNR. Recordo que, quando a Junta fez a rede da avenida 12 de novembro de 1971, deixou um pote na ponta da dita quelha para evitar no futuro romper o alcatrão. Recentemente e, MUITO BEM, os SMAS eliminaram as inundações da dita quelha, fazendo um sumidouro que ligaram a uma caixa que fica escondida no “ VETUSTO JARDIM” da GNR.

Alertei na data a nossa JF para limpar a quelha, mas até hoje nada…

Já agora e a propósito de quelha, também o Senhor Presidente me disse que “VOU JÁ TRATAR DISSO” quando lhe enviei email que guardo, solicitando o alcatroamento de cerca de 60 metros de quelha em terra batida…

Espero não incomodar com este meu email, mas da minha parte fico tranquilo, uma vez que vi pela primeira vez ao logo destes últimos meses, correr água que se podia beber, Líria, onde regressaram os seus moradores, cágados, galinholas, cegonhas, uma lontra, inúmera quantidade de passarada e insetos de todo o tipo.

Se o fundamental se resolveu, agora é só limpar os detalhes.

Conte comigo.

Ao dispor

Manuel Peralta