Páginas

domingo, 30 de agosto de 2026

QUE BANDEIRA?

No início deste mês de agosto, cerca de 80 mil emigrantes, provenientes de MARROCOS e da África Subsariana, invadiram a nado a cidade de CEUTA.

Nesta cidade residem cerca de 70 mil CEUTIES.

Foi, e ainda é um caos, pois apesar de a maioria dos emigrantes terem regressado ainda restam cerca de 5 mil emigrantes e cerca de dois mil menores, bastantes crianças.

Assisti a tudo isto nos vários canais de televisão espanhola, mas o que me chamou a atenção foi a bandeira da cidade de CEUTA, que abaixo reproduzo.

Lá estão os 7 castelos conquistados aos mouros e a cinco quinas que são as chagas de Cristo.

Desde os tempos da reconquista cristã, já lá vão mais de 500 anos, que Espanha tem duas cidades em território marroquino, Ceuta e Melilla..

Em cada uma destas cidades, existe um Presidente que responde ao governo de Espanha, no caso de CEUTA denominado, Juan Jesús Vivas.

Com esta invasão Marrocos pretendeu dizer a Espanha que invadirá qualquer destas cidades sempre que quiser.

Também há mais ou menos quinhentos anos, Portugal teve em Marrocos 3 cidades, Alcácer Ceguer, Arzila e Tânger e, o nosso rei Don Sebastião foi para lá lutar para transformar o reino mouro em reino cristão.

Ainda bem que se perdeu numa manhã de nevoeiro, até hoje.

O que hoje acontece em CEUTA é mais que uma calamidade, violações, fome, miséria, assaltos e os Ceuties fazem guarda a suas casa com receio de serem assaltados.

Todo isto porque o governo de Espanha tem nas suas leis um disposição que " quem chega a nado a Espanha, tem de ser acolhido ".

Entre muitos outros problemas, este é o maior e mais urgente, tudo isto com Sanchez, chefe do governo há um mês em férias..

Manuel Peralta


sábado, 29 de agosto de 2026

Festa de São Roque na Galiza, ESPANHA

Ao fazer "zapping" num dos muitos canais das televisões espanholas, vi em direto, um acontecimento que me prendeu de imediato a atenção.

E, por me parecer de interesse, dou a conhecer o que na TV, admirado, observei.

Era dia 16 de agosto e, na pequena localidade de BETANZOS, da província da Corunha com cerca de 13 500 habitantes, celebrava-se a festa do seu padroeiro, São Roque.

São Roque, santo que nasceu em França, cedo abandona uma vida de nobreza, para se dedicar ao tratamento de doentes de epidemias e pestes, tornando-se posteriormente, padroeiro de Inválidos, Cirurgiões e Cães.

Voltando à festa, trata-se de manter viva uma tradição que data de 1875, data em que uma família da localidade denominada Pita, decidiu homenagear o Santo, construindo um balão, (em Espanha denominado Globo), 

Na construção do globo são utilizados 150 kilos de papel, barrado interiormente com uma papa de farinha, com mais de 6 metros de diâmetro e que, quando cheio, comporta mais de 250 metros cúbicos de ar quente.

O globo é suspenso da torre da igreja da localidade a mais de 30 metros de altura, preso por uma corda, ligeiramente inclinado, enquanto que em baixo, dezenas de Betanzeiros, mantêm aberta a base do globo, enquanto outros acendem uma mexa que a pouco e pouco vai enchendo o globo de ar quente.

À medida que o globo vai enchendo com o ar quente, vai subindo e, gradualmente, vai ficando cada vez mais redondo, até que, quando completamente cheio, manda a tradição que os inúmeros Betanzeiros, que na base o suportam, deem uma volta completa e libertem o globo.

Este sobe e a multidão aos gritos de entusiasmo, com muita bandas a tocar, olham o globo até este desaparecer na noite.

Exteriormente, o globo é decorado com desenhos de artistas locais, com temas que por ali foram atualidade, nomeadamente um desenho com a cara do Cucurelha que foi jogador pela Espanha que ganhou o mundial de futebol.

As fotos que acompanham este texto, foram obtidas diretamente da televisão.

A Proteção Civil local está sempre presente no evento, pronta para intervir se necessário, pois o globo se mal manuseado, pode arder e no local como as fotos mostram, está toda a gente que há na localidade e imensos vizinhos.

Eu gostei de ver e, por isso, pode ser que, a quem me lê, aconteça o mesmo.

Manuel Peralta

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

O RELÓGIO DA TORRE DA IGREJA MATRIZ

Avariado há muito tempo, era uma fonte de risadas e cometários jocosos, sempre que na espera de um funeral ou saída de missa, por ali o pessoal se juntava.

Conto até uma situação que comigo se passou.

Conversando ali, frente à Igreja Matriz com um grupo de amigos, sou interpelado pelo Eugénio, Alcainense que vivia no asilo, carpinteiro de profissão, mas cego desde que nasceu.

- Dizia ele!

Óh. senhor Presidente, faça lá o favor de pôr o relógio a funcionar, porque eu, ali no asilo, é como que estou no fundo de um poço, nunca sei às quantas ando, o relógio faz-me mesmo muita falta.

Lá lhe disse que estava a tratar do assunto, mas para mim, refletindo interiormente sobre este mais que justo pedido, prometi a mim mesmo que, se conseguisse satisfazer o pedido do Eugénio, já valia a pena ter passado pela Junta.

O recorte de jornal que publico, agosto de 1981, dava nota de que o tema relógio, estava em andamento.

 

Juntamente com o relógio novo foram adquiridas mais duas sinetas para os quartos de hora, as existentes estavam rachadas, foi instalado o novo relógio, as quatro janelas da torre foram fechadas com rede para evitar que os pombos sujassem o equipamento, e, instalado na base da torre um relógio padrão para que se pudesse acertar sem ser necessário subir as várias dezenas de degraus da torre.

O equipamento do relógio antigo foi recuperado no local, pintado e oleado e, os dois pilões da corda, por ali ficaram.

Foram mais de 300 contos de réis que custou o relógio que ainda hoje se mantém.

A empresa a quem se adjudicou o relógio e as duas sinetas, era de Braga.

Manuel Peralta

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Da Sobreira ao Relógio da torre

Em outubro de 1980, David Infante, na data correspondente do Reconquista em Alcains, dava nota escrita chamando a atenção da Junta da Freguesia para duas situações que "eram problema" na altura, 

Uma vetusta sobreira descaída para a estrada nacional 18, depois do cruzamento de São Domingos a caminho da Lardosa e, o descontrolado relógio da torre da Igreja Matriz.


Quanto à Sobreira.

O seu elevado porte e os seus frondosos ramos, descaídos para a estrada, obstruíam a visão dos automobilistas e, ainda mais grave, os camiões e as camionetas de carreira tinham de se desviar saindo da sua mão, para que as cargas não embatessem nos ramos da dita.

Alguns acidentes ocorreram.

Ainda hoje, as sobreiras são árvores protegidas e não é possível arrancar uma sobreira, cumprindo a lei, sem a respetiva autorização de abate.

Fiz na data na qualidade de Presidente da Junta uma exposição aos ministério da Economia e Agricultura, remetendo as notícias locais sobre o assunto, dando nota de acidentes, ao mesmo tempo que insistia junto do diretor da JAE, Junta Autónoma das Estradas, Engº. Santos Marques, de quem me tornei amigo, para os perigos existentes relativos ao fluir do trânsito.

Passado ainda algum tempo, o diretor da JAE, telefona-me, informando que havia recebido autorização dos ministérios referidos, para o corte da sobreira.

Ao contrário do que diz a notícia a autorização vem dos ministérios.

Quanto ao relógio da Torre da Igreja Matriz, darei oportunamente notícia sobre o que se passou..

Manuel Peralta

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

"TRAÇADO" , "CHAMPORRIOM" e "RECEITA"

Afinal que querem dizer estas expressões?

Trata-se de expressões que em tempos de tabernas se usaram e abusaram...

Do "Ti Domingos" ao "Requeita e Marreca" passando pelo "Banhudo" e terminado no "Ti Tobias", era um "vê se te havias", principalmente aos domingos de tarde, quando grupos de homens passeando, faziam a "rota das tabernas".

Lembro-me muito bem disto, pois o meu Pai também fazia este percurso turístico, com o seu grupo de amigos, entrando nas tabernas e mantendo o ritual do "aqui pago eu, ali pagas tu".

Era assim. Vamos a isto.


 TRAÇADO

Era uma mistura de vinho com gasosa.

Vinho tirado de pipo para copo de vidro grosso, normalmente de "meio quartilho", com metade deste e metade de gasosa.

As gasosas e também as laranjadas, eram fabricadas em Alcains pelo Ti Zé Prata, na rua do Chafariz velho, e, quer umas quer outras eram eram tapadas com uma carica em fundo vermelho com um cão desenhado a branco, que a canalha denominava de "Prata Cão".

As grades que as acolhiam eram de madeira, 24 garrafas cada, e quem na camioneta as ajudava a distribuir pelas tabernas, tinha direito a um "pirolito".

O pirolito era uma garrafa de vidro repleto de gasosa, (muito gás), encimado por uma bola de vidro "berlinde", "vulgo arrebolim em Alcainês", que, com a pressão do gás o fazia subir contra uma anilha de borracha vermelha, que evitava a saída do gás.

A abertura do pirolito era feita colocando o dedo polegar sobre o arrebolim e, com uma pancada da outra mão, estava pronto a servir.


 CHAMPORRIOM

Esta bebida, mais cara, era feita em jarro de vidro ou barro, contendo metade de vinho e igual quantidade de café de cevada.

Por vezes adicionava-se açúcar e uns gomos de laranja ou limão.

RECEITA

Assim se pedia "Óh Requeita avia aí a Receita".

Era como que um reforço para o estômago pois era constituída por meio quartilho de vinho, umas colheradas de açúcar e uma cerveja preta, 

E assim se ludibriavam com esta mistela as mazelas de um estômago vazio.

Os frigoríficos eram inexistentes nas tabernas e, um poço no quintal era um fator de concorrência.

Lembro bem no Ti Tobias de ver retirar as grades das gasosas e laranjadas, do poço ali existente.


Manuel Peralta

terça-feira, 11 de agosto de 2026

FESTA DAS PAPAS

Em 18 de março1926, o jornal ACÇÃO REGIONAL, semanário que se publicava às quintas feiras, dava nota em texto assinado por Lopes Dia(s).o seu testemunho sobre as festas das papas de então.

São cem anos, até aos dias de hoje.

Dos meus atuais 77 anos, recordo que quase em todas as ruas se faziam papas.

Os vizinhos associavam-se quer no Outeiro, na Levandeira, no Tchafariz Velho, nas Casas Novas entre outos bairros e, faziam papas.

As ditas eram feitas nas caldeiras, deitadas em tabuleiros de madeira e de casa saía-se de colher e tacho de "resmalte" ou alumínio na mão.. Acocorados junto aos tabuleiros a canalha comia papas e para casa, trazia o tacho cheio.

Uma semana ou duas antes da festa, ranchos de rapazes e raparigas acompanhados de acordeão, iam de rua em rua de bolsa na mão, recolher feijão, milho ou dinheiro para ajudar à festa.

Consigo ainda trautear a música, mas apenas de ouvido, não sei escrever a pauta.

Tempos de então difíceis mas, de verdadeira solidariedade.

Os recortes do jornal, devo-o ao Manuel Geada a quem agradeço.

Manuel Peralta

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

DE POETA DESCONHECIDO…

 


***

Dá-me flores enquanto vivo,

Que me ajudas a sorrir.

Inúteis são as flores dadas,

Depois da alma partir.

*** 


…MAS INTERESSANTE

 Manuel Peralta

sábado, 8 de agosto de 2026

FRUTA, MUITA FRUTA ESTE ANO

O ano que decorre, foi um dos melhores anos de que me lembro, quanto a fruta.

Umas primaveras a contento, com chuva fora da época da floração das árvores, deram nisto.

AMEIXAS 


Por outro lado, peras, figos, nectarinas, uvas, alperces e, quer amoras quer framboesas foi uma fartura de estalo.

PERAS 


Este ano está a valer a pena ser agricultor.

VÁRIAS 


 Manuel Peralta

quarta-feira, 29 de julho de 2026

EVENTOS DE POLUIÇÃAO – O QUE EU SEI

Em 22 de julho respondi ao email da  Senhora Engª. Sónia Mexia.

Foi igualmente dado conhecimento aos Presidentes da Câmara da cidade de CBranco e Junta de Alcains, bem como à APA ( ARHTejo e Oeste ).

Penhoradamente, agradeço este seu email que me abre a porta para tratar deste tema AMBIENTAL, sempre que as circunstâncias o aconselhem.

Tenho para mim que deve atualizar o seu nome, onde se diz, SÓNIA MEXIA, deve atualizar para SÓNIA MEXE… desculpe esta peraltice

E, como me abre porta que no seu caso nunca esteve fechada, recordo o seguinte para conhecimento.

1. A rede de esgotos e águas pluviais da avenida 12 de novembro de 1971, data em que Alcains foi elevada a Vila, foi construída em 1980/81, sendo na data eu o Presidente da Junta. Não havia lei das finanças locais e, a Câmara, fornecia materiais para obras que a junta da freguesia executava, obras essas que, depois de concluídas eram supervisionadas pelos SMAS/CM, nomeadamente a pressão das condutas de água para detetar fugas.

A Junta tinha uma excelente equipa de 8 trabalhadores, pagos pela Câmara, coordenados por um capataz, já reformado, o “Ti Jaquim Balbino”, que toda a vida tinha trabalhado em estradas, aquedutos e redes de águas e esgotos.

Por muito exigente que era, muito humano, “não era um tipo porreiro” como por agora de vê, havia quase sempre queixas dos trabalhadores, mas o Ti Jaquim foi um excelente colaborador.

2. A conduta de esgoto corre ao lado da conduta de águas pluviais, na data a avenida não tinha separador central, obra que se fez mais tarde.

3. Como a equipa que no sábado detetou o evento, e fez vídeo, me disse que o esgoto vinha do lado poente, lado do Continente, e, sendo todas as casas ali construídas de data recente, fiquei com as minhas dúvidas, mas observei que a equipa dos SMAS tinha razão, o efluente corria mesmo como aqui refiro.

4. Pode ter acontecido que por descuido tenham ligado alguma casa em vez de ao esgoto às águas pluviais, mas isto é ideia minha, será?

5. Os SMAS como sabe, já ligaram a rede de esgotos da quelha que fica por detrás do posto da GNR. Recordo que, quando a Junta fez a rede da avenida 12 de novembro de 1971, deixou um pote na ponta da dita quelha para evitar no futuro romper o alcatrão. Recentemente e, MUITO BEM, os SMAS eliminaram as inundações da dita quelha, fazendo um sumidouro que ligaram a uma caixa que fica escondida no “ VETUSTO JARDIM” da GNR.

Alertei na data a nossa JF para limpar a quelha, mas até hoje nada…

Já agora e a propósito de quelha, também o Senhor Presidente me disse que “VOU JÁ TRATAR DISSO” quando lhe enviei email que guardo, solicitando o alcatroamento de cerca de 60 metros de quelha em terra batida…

Espero não incomodar com este meu email, mas da minha parte fico tranquilo, uma vez que vi pela primeira vez ao logo destes últimos meses, correr água que se podia beber, Líria, onde regressaram os seus moradores, cágados, galinholas, cegonhas, uma lontra, inúmera quantidade de passarada e insetos de todo o tipo.

Se o fundamental se resolveu, agora é só limpar os detalhes.

Conte comigo.

Ao dispor

Manuel Peralta

sexta-feira, 24 de julho de 2026

DOIS EVENTOS DE POLUIÇÃO NA LÍRIA – SMASCB EM CAUSA

Da situação que em email anterior dei a conhecer, recebi, em 22 de julho,  esta agradável resposta da Senhora engenheira Sónia Mexia, administradora dos SMAS CBranco,

Do meu email anterior foi dado conhecimento ao Sr. Presidente da Câmara da cidade de Castelo Branco e ao Senhor Presidente da Junta da Freguesia bem como à APA.

Bom dia Sr. Eng. Manuel Peralta,

Antes de mais, agradeço o seu contacto e permito-me salientar a importância do tema que V. Ex.ª nos faz chegar através do presente email, o qual merece toda a atenção dos Serviços Municipalizados de Castelo Branco, pela sua relevância para a proteção ambiental e para a preservação da Ribeira da Líria.

Cumpre, contudo, esclarecer que, contrariamente ao referido no seu email, as situações agora reportadas não eram do meu conhecimento, nem do conhecimento do Senhor Presidente do Conselho de Administração ou do próprio Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados, pelo que agradeço a informação agora transmitida.

Importa igualmente referir que o quadro responsável pela área em causa é o Eng.º Nuno Lourenço, não tendo as ocorrências referidas sido levadas ao conhecimento do Conselho de Administração.

Não obstante o exposto, e atendendo à relevância dos factos comunicados, será promovida uma averiguação interna, com vista ao integral esclarecimento das situações descritas e à adoção das diligências que se revelem necessárias e adequadas no âmbito das competências dos Serviços Municipalizados.

Por forma a assegurar um acompanhamento mais célere e eficaz destas matérias, agradeço que, de futuro, qualquer comunicação relativa a ocorrências desta natureza me seja dirigida diretamente, para que possa promover o respetivo acompanhamento técnico e assegurar o devido encaminhamento da informação para o Conselho de Administração, sempre que tal se justifique.

Agradeço, uma vez mais, a colaboração e o sentido cívico demonstrados na defesa e valorização da Ribeira da Líria.

Com os melhores cumprimentos,

Sónia Mexia

Administradora

Entretanto, esclareço quem me vai acompanhando e lendo, que o aviso dos dois eventos de poluição da responsabilidade dos SMAS, foram por mim comunicados por telefone, ao engenheiro responsável dos SMAS.

Posteriormente e para registo fiz o email que refiro.

Manuel Peralta

segunda-feira, 20 de julho de 2026

ESGOTOS DOMÉSTICOS NAS ÁGUAS PLUVIAIS

Ontem, 19 de julho remeti para a Srª. Engª. Sónia Mexia, administradora dos SMAS Castelo Branco, este email.

1. Sob a sua batuta, APA, Oviger, e Câmara de Castelo Branco, foi resolvido o grave problema ambiental que a Oviger ocasionava na ribeira da Líria. Graças à segurança introduzida, nestes tempos, a água na ribeira correu sempre límpida.

Mas, como é do seu conhecimento, já por duas vezes ocorreu que o sistema de segurança introduzido, válvulas, evitou que a ribeira fosse poluída, mas a antiga Estrada Velha, como por aqui é conhecida foi inundada com a polição do matadouro.

2. Entretanto, já na Líria, e nas últimas duas semanas, ocorreram dois eventos de poluição, desta vez esgotos domésticos, que “inundaram” a ribeira via conduta de águas pluviais.

Nomeadamente ontem, sábado, uma equipa de dois excelentes colaboradores dos SMAS, fizeram vídeo com a situação qua refiro.

Em ambas as situações e, de forma pessoal e reservada, dei conhecimento a quadro responsável dos SMAS.

3. Uma vez que os SMAS têm meios capazes de detetar quem tem esgotos ligados à rede de águas pluviais, peço-lhe que faça o que puder para descobrir o, ou os poluidores.

Depois de tantos anos de poluição causada pelo matadouro, é chegada a vez de os SMAS assumirem o seu EX-Libris…

Já foi muito bom este ano ver água correndo limpa, observar, cágados, galinholas, cegonhas disfrutar do ambiente a que têm direito.

Aguardando, conto consigo.

Ao dispor

Manuel Peralta

quinta-feira, 9 de julho de 2026

QUE SE LIXEM OS CIDADÃOS

Remeti a 7.7.2026, este texto para a Senhora Administradora da região Hidrográfica do Tejo e Oeste.

Senhora Dona Teresa Álvares.

Não desistirei, volto a insistir.

Aguardo por resposta, a que presumo ter direito, sobre a situação deste processo.

O slogan que tutela este texto, é vosso, que sugiro que reverta para “ QUE SE LIXEM OS MAUS CHEIROS E OS CIDADÃOS QUE OS RESPIRAM “.

Nestes dias de imenso calor tem sido um horror respirar por aqui.

Desde que a EEARAlcains foi construída e até hoje, nenhuma melhoria ali foi efetuada.

Prometeu em 15.10.2025 que “ seria expectável que as obras se iniciassem no início de 2025 “

Nem obras e nem qualquer resposta aos meus pedidos.

Boas férias e por aqui continuamos com os vossos mau cheiros.

Manuel Peralta 

Em 30 de março de 2026.

Para: 'teresa.alvares@apambiente.pt'

Assunto: RE: OBRAS ADIADAS, SEM FIM HÁ VISTA... (E-001355/2026 & E-001352/2026)

Esclareço no entanto que, em 15 de 10 2024, pelas 17h50, recebi email de Clientes ALVTejo, refª. DCM/PCS – S-LVT/2024/2918 assinado por Cláudia André, que transcrevo.

…sic ”não obstante e com o objetivo de garantir melhores condições de exploração da EEARAlcains, a AVTejo tem em curso um procedimento para contratação de uma empreitada de obras públicas que irá assegurar a remodelação/beneficiação desta infraestrutura, sendo expectável que as obras se iniciem no início de 2025…” sic.

Os meus email apenas têm uma finalidade, manter viva a chama de uma EEAR sem maus cheiros, modernizada, em edifício condigno, uma vez que a envolvente tem o mesmo nível da vossa EEAR

Peço-lhe que faça o que estiver ao seu alcance, para que a obra se inicie.

Manuel Peralta

Assunto: RE: OBRAS ADIADAS, SEM FIM HÁ VISTA... (E-001355/2026 & E-001352/2026)

Exmo. Senhor Manuel Peralta, 

Em resposta aos mails infra, penso haver algum equívoco temporal pois refere que “Há dois anos” ficou entusiasmado com a expectativa criada. 

No entanto, o mail a que se refere foi enviado por estes serviços a 22-10-2025, com o ofício S058798-202510-ARHTO CB, o que não perfaz 6 meses.

Informa-se ainda que, conforme referido no ponto 4 do nosso ofício S062938-202511-ARHTO, enviado a 25-11-2025, na sequência dos esclarecimentos apresentados pela empresa Águas do Vale do Tejo, S.A. (AdVT), o concurso público foi impugnado pelo concorrente ordenado em 2.º lugar, processos estes que podem demorar algum tempo, sem ser possivel indicar um prazo para a sua resolução. 

Não tendo esta agência conhecimento do ponto de situação do mesmo, iremos solicitar esta informação à referida entidade gestora.

Com os melhores cumprimentos, 

Teresa Álvares

Administradora Regional

Administração da Região Hidrográfica do Tejo e Oeste

sábado, 4 de julho de 2026

AMORAS

 Não resisto, a dar a conhecer para a posteridade, uma quadra que, à minha MÃE, tantas vezes "lha" ouvi cantar.

MINHA AMORA, MADURINHA

DIZ-ME QUEM TE AMADUROU

FOI O SOL E MAIS A LUA

E O CALOR QUELA APANHOU




terça-feira, 31 de março de 2026

EM ESTADO DE PRÉ RUINA

Em 29 de março de 2026, remeti par os autarcas da cidade e da freguesia este email.

Por cá, estamos assim...

...em estado de pré ruina.

Todo o tabuleiro desta ponte de madeira, que nunca teve qualquer trabalho de manutenção desde que foi construída, apresenta enormes fragilidades.

As tábuas do tabuleiro são demasiado compridas, estão ressequidas e, por tal facto, fletem sempre que são pisadas, ameaçando quebrar.

É a sensação que se sente sempre que no tabuleiro se circula.

Por outro lado, as guardas da ponte de tão ressequidas que estão, ameaçam cair ao serem tocadas.

Se eu tivesse responsabilidades na situação, impedia a circulação na ponte, uma vez que os alunos da secundária por perto, com tempo a caminhar para primaveril, ali passam parte dos seus tempos livres de escola.

Fica no entanto a sugestão.

Manuel Peralta

segunda-feira, 23 de março de 2026

SE FOSSE NA CIDADE???

Enviei ontem, 22.03.2026, para a Câmara de Castelo Branco e Junta da Freguesia, este email.

2. Ver foto

As diferenças são evidentes.

No anexo 1, a natureza em todo o seu esplendor, água limpa que corre livremente e é fonte de vida para toda uma fauna que da ribeira se alimenta.

No anexo 2, a incúria municipal, dinheiro mal gasto, obra em ruina, que em tudo contrasta com o curso de água agora limpo. Obra da tripla Sócrates/Morão/Correia.

Se este curso de água limpa, serpenteasse na cidade, decerto já teria sido aproveitado para dele ser tirada a vantagem social/ecológica que por aqui tarda.

Uma séria de pequenas cascatas ao logo do leito da ribeira, esta com as margens limpas de matos e herbáceas, com passeios que permitissem a mobilidade em ambas as margens.

Mas estamos em Alcains, por aqui TOSTÕES, na cidade, MILHÕES.

Manuel Peralta

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Boa notícia cá para a terra

Há efetivamente uma mais que boa, digo excelente notícia, para Alcains.

A sua execução tem demorado, como aliás quase tudo neste país, mas, por ser uma excelente notícia, não deixarei que a sua execução se torne realidade.

Sugiro a leitura desta carta que abaixo reproduzo.

Como se lê trata-se de “EMPREITADA DE EXECUÇÃO DO SISTEMA DE TRANSPORTE DE ÁGUAS RESIDUAIS DE ALCAINS, (DA ESTAÇÃO ELEVATÓRIA SITUADA NA AVENIDA 12 DE NOVEMBRO DE 1971), ATÉ Á ETAR NORTE DE CBRANO, ONDE ALI SERÃO TRATADOS”.

Portanto, a estação de tratamento dos esgotos de Alcains, situada ao lado do cabeço do carvão, vai ficar fora de serviço.

Mas, como estas coisas demoram, ONTEM DIA 10 DE FEVEREIRO, decidi insistir com a Senhora ADMINISTRADORA DA REGIÃO HIDROGRÁFICA TEJO E OESTE, DRª. TERESA ALVARES, sobre a situação deste projeto.

Dou a conhecer o e-mail que lhe enviei.

Tendo presente o ponto n.º 4 deste seu ofício e, decorrido já muito, mesmo muito tempo, muito mais que um ano, agradecia o favor de me informar sobre se a situação, ali referida no ponto 4, ainda se mantém.

Já há data previsível para a CONSIGNAÇÃO DA OBRA?

A verba monetária para a sua execução ainda se mantém, ou já foi “desviada” para outra obra?

Há dois anos em e-mail seu que retenho, fiquei entusiasmado com a expectativa que me criou, mas hoje, agora, neste momento, a minha expectativa é muito mais que desesperança...

Porque ainda vou acreditando que há INSTITUIÇÕES/SERVIÇOS, que cumprem perante a comunidade que os mantém, não deixo de lhe colocar estas questões de que fico a aguardar resposta.

Aproveito para lhe mandar as fotos de hoje que localizam as obras prometidas.

Conto consigo

Bem haja

Manuel Peralta