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segunda-feira, 20 de julho de 2026

ESGOTOS DOMÉSTICOS NAS ÁGUAS PLUVIAIS

Ontem, 19 de julho remeti para a Srª. Engª. Sónia Mexia, administradora dos SMAS Castelo Branco, este email.

1. Sob a sua batuta, APA, Oviger, e Câmara de Castelo Branco, foi resolvido o grave problema ambiental que a Oviger ocasionava na ribeira da Líria. Graças à segurança introduzida, nestes tempos, a água na ribeira correu sempre límpida.

Mas, como é do seu conhecimento, já por duas vezes ocorreu que o sistema de segurança introduzido, válvulas, evitou que a ribeira fosse poluída, mas a antiga Estrada Velha, como por aqui é conhecida foi inundada com a polição do matadouro.

2. Entretanto, já na Líria, e nas últimas duas semanas, ocorreram dois eventos de poluição, desta vez esgotos domésticos, que “inundaram” a ribeira via conduta de águas pluviais.

Nomeadamente ontem, sábado, uma equipa de dois excelentes colaboradores dos SMAS, fizeram vídeo com a situação qua refiro.

Em ambas as situações e, de forma pessoal e reservada, dei conhecimento a quadro responsável dos SMAS.

3. Uma vez que os SMAS têm meios capazes de detetar quem tem esgotos ligados à rede de águas pluviais, peço-lhe que faça o que puder para descobrir o, ou os poluidores.

Depois de tantos anos de poluição causada pelo matadouro, é chegada a vez de os SMAS assumirem o seu EX-Libris…

Já foi muito bom este ano ver água correndo limpa, observar, cágados, galinholas, cegonhas disfrutar do ambiente a que têm direito.

Aguardando, conto consigo.

Ao dispor

Manuel Peralta

quinta-feira, 9 de julho de 2026

QUE SE LIXEM OS CIDADÃOS

Remeti a 7.7.2026, este texto para a Senhora Administradora da região Hidrográfica do Tejo e Oeste.

Senhora Dona Teresa Álvares.

Não desistirei, volto a insistir.

Aguardo por resposta, a que presumo ter direito, sobre a situação deste processo.

O slogan que tutela este texto, é vosso, que sugiro que reverta para “ QUE SE LIXEM OS MAUS CHEIROS E OS CIDADÃOS QUE OS RESPIRAM “.

Nestes dias de imenso calor tem sido um horror respirar por aqui.

Desde que a EEARAlcains foi construída e até hoje, nenhuma melhoria ali foi efetuada.

Prometeu em 15.10.2025 que “ seria expectável que as obras se iniciassem no início de 2025 “

Nem obras e nem qualquer resposta aos meus pedidos.

Boas férias e por aqui continuamos com os vossos mau cheiros.

Manuel Peralta 

Em 30 de março de 2026.

Para: 'teresa.alvares@apambiente.pt'

Assunto: RE: OBRAS ADIADAS, SEM FIM HÁ VISTA... (E-001355/2026 & E-001352/2026)

Esclareço no entanto que, em 15 de 10 2024, pelas 17h50, recebi email de Clientes ALVTejo, refª. DCM/PCS – S-LVT/2024/2918 assinado por Cláudia André, que transcrevo.

…sic ”não obstante e com o objetivo de garantir melhores condições de exploração da EEARAlcains, a AVTejo tem em curso um procedimento para contratação de uma empreitada de obras públicas que irá assegurar a remodelação/beneficiação desta infraestrutura, sendo expectável que as obras se iniciem no início de 2025…” sic.

Os meus email apenas têm uma finalidade, manter viva a chama de uma EEAR sem maus cheiros, modernizada, em edifício condigno, uma vez que a envolvente tem o mesmo nível da vossa EEAR

Peço-lhe que faça o que estiver ao seu alcance, para que a obra se inicie.

Manuel Peralta

Assunto: RE: OBRAS ADIADAS, SEM FIM HÁ VISTA... (E-001355/2026 & E-001352/2026)

Exmo. Senhor Manuel Peralta, 

Em resposta aos mails infra, penso haver algum equívoco temporal pois refere que “Há dois anos” ficou entusiasmado com a expectativa criada. 

No entanto, o mail a que se refere foi enviado por estes serviços a 22-10-2025, com o ofício S058798-202510-ARHTO CB, o que não perfaz 6 meses.

Informa-se ainda que, conforme referido no ponto 4 do nosso ofício S062938-202511-ARHTO, enviado a 25-11-2025, na sequência dos esclarecimentos apresentados pela empresa Águas do Vale do Tejo, S.A. (AdVT), o concurso público foi impugnado pelo concorrente ordenado em 2.º lugar, processos estes que podem demorar algum tempo, sem ser possivel indicar um prazo para a sua resolução. 

Não tendo esta agência conhecimento do ponto de situação do mesmo, iremos solicitar esta informação à referida entidade gestora.

Com os melhores cumprimentos, 

Teresa Álvares

Administradora Regional

Administração da Região Hidrográfica do Tejo e Oeste

sábado, 4 de julho de 2026

AMORAS

 Não resisto, a dar a conhecer para a posteridade, uma quadra que, à minha MÃE, tantas vezes "lha" ouvi cantar.

MINHA AMORA, MADURINHA

DIZ-ME QUEM TE AMADUROU

FOI O SOL E MAIS A LUA

E O CALOR QUELA APANHOU




terça-feira, 31 de março de 2026

EM ESTADO DE PRÉ RUINA

Em 29 de março de 2026, remeti par os autarcas da cidade e da freguesia este email.

Por cá, estamos assim...

...em estado de pré ruina.

Todo o tabuleiro desta ponte de madeira, que nunca teve qualquer trabalho de manutenção desde que foi construída, apresenta enormes fragilidades.

As tábuas do tabuleiro são demasiado compridas, estão ressequidas e, por tal facto, fletem sempre que são pisadas, ameaçando quebrar.

É a sensação que se sente sempre que no tabuleiro se circula.

Por outro lado, as guardas da ponte de tão ressequidas que estão, ameaçam cair ao serem tocadas.

Se eu tivesse responsabilidades na situação, impedia a circulação na ponte, uma vez que os alunos da secundária por perto, com tempo a caminhar para primaveril, ali passam parte dos seus tempos livres de escola.

Fica no entanto a sugestão.

Manuel Peralta

segunda-feira, 23 de março de 2026

SE FOSSE NA CIDADE???

Enviei ontem, 22.03.2026, para a Câmara de Castelo Branco e Junta da Freguesia, este email.

2. Ver foto

As diferenças são evidentes.

No anexo 1, a natureza em todo o seu esplendor, água limpa que corre livremente e é fonte de vida para toda uma fauna que da ribeira se alimenta.

No anexo 2, a incúria municipal, dinheiro mal gasto, obra em ruina, que em tudo contrasta com o curso de água agora limpo. Obra da tripla Sócrates/Morão/Correia.

Se este curso de água limpa, serpenteasse na cidade, decerto já teria sido aproveitado para dele ser tirada a vantagem social/ecológica que por aqui tarda.

Uma séria de pequenas cascatas ao logo do leito da ribeira, esta com as margens limpas de matos e herbáceas, com passeios que permitissem a mobilidade em ambas as margens.

Mas estamos em Alcains, por aqui TOSTÕES, na cidade, MILHÕES.

Manuel Peralta