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Dá-me flores enquanto vivo,
Que me ajudas a sorrir.
Inúteis são as flores dadas,
Depois da alma partir.
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…MAS INTERESSANTE
Um blogue fiel e amigo do HOMEM
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Dá-me flores enquanto vivo,
Que me ajudas a sorrir.
Inúteis são as flores dadas,
Depois da alma partir.
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…MAS INTERESSANTE
O ano que decorre, foi um dos melhores anos de que me lembro, quanto a fruta.
Umas primaveras a contento, com chuva fora da época da
floração das árvores, deram nisto.
AMEIXAS
Por outro lado, peras, figos, nectarinas, uvas, alperces e,
quer amoras quer framboesas foi uma fartura de estalo.
PERAS
Este ano está a valer a pena ser agricultor.
VÁRIAS
Em 22 de julho respondi ao email da Senhora Engª. Sónia Mexia.
Foi igualmente dado conhecimento aos Presidentes da Câmara da cidade de CBranco e Junta de Alcains, bem como à APA ( ARHTejo e Oeste ).
Penhoradamente, agradeço este seu email que me abre a porta para tratar deste tema AMBIENTAL, sempre que as circunstâncias o aconselhem.
Tenho para mim que deve atualizar o seu nome, onde se diz, SÓNIA MEXIA, deve atualizar para SÓNIA MEXE… desculpe esta peraltice…
E, como me abre porta que no seu caso nunca esteve fechada, recordo o seguinte para conhecimento.
1. A rede de esgotos e águas pluviais da avenida 12 de novembro de 1971, data em que Alcains foi elevada a Vila, foi construída em 1980/81, sendo na data eu o Presidente da Junta. Não havia lei das finanças locais e, a Câmara, fornecia materiais para obras que a junta da freguesia executava, obras essas que, depois de concluídas eram supervisionadas pelos SMAS/CM, nomeadamente a pressão das condutas de água para detetar fugas.
A Junta tinha uma excelente equipa de 8 trabalhadores, pagos pela Câmara, coordenados por um capataz, já reformado, o “Ti Jaquim Balbino”, que toda a vida tinha trabalhado em estradas, aquedutos e redes de águas e esgotos.
Por muito exigente que era, muito humano, “não era um tipo porreiro” como por agora de vê, havia quase sempre queixas dos trabalhadores, mas o Ti Jaquim foi um excelente colaborador.
2. A conduta de esgoto corre ao lado da conduta de águas pluviais, na data a avenida não tinha separador central, obra que se fez mais tarde.
3. Como a equipa que no sábado detetou o evento, e fez vídeo, me disse que o esgoto vinha do lado poente, lado do Continente, e, sendo todas as casas ali construídas de data recente, fiquei com as minhas dúvidas, mas observei que a equipa dos SMAS tinha razão, o efluente corria mesmo como aqui refiro.
4. Pode ter acontecido que por descuido tenham ligado alguma casa em vez de ao esgoto às águas pluviais, mas isto é ideia minha, será?
5. Os SMAS como sabe, já ligaram a rede de esgotos da quelha que fica por detrás do posto da GNR. Recordo que, quando a Junta fez a rede da avenida 12 de novembro de 1971, deixou um pote na ponta da dita quelha para evitar no futuro romper o alcatrão. Recentemente e, MUITO BEM, os SMAS eliminaram as inundações da dita quelha, fazendo um sumidouro que ligaram a uma caixa que fica escondida no “ VETUSTO JARDIM” da GNR.
Alertei na data a nossa JF para limpar a quelha, mas até hoje nada…
Já agora e a propósito de quelha, também o Senhor Presidente me disse que “VOU JÁ TRATAR DISSO” quando lhe enviei email que guardo, solicitando o alcatroamento de cerca de 60 metros de quelha em terra batida…
Espero não incomodar com este meu email, mas da minha parte fico tranquilo, uma vez que vi pela primeira vez ao logo destes últimos meses, correr água que se podia beber, Líria, onde regressaram os seus moradores, cágados, galinholas, cegonhas, uma lontra, inúmera quantidade de passarada e insetos de todo o tipo.
Se o fundamental se resolveu, agora é só limpar os detalhes.
Conte comigo.
Ao dispor
Manuel Peralta
Da situação que em email anterior dei a conhecer, recebi, em 22 de julho, esta agradável resposta da Senhora engenheira Sónia Mexia, administradora dos SMAS CBranco,
Do meu email anterior foi dado conhecimento ao Sr. Presidente da Câmara da cidade de Castelo Branco e ao Senhor Presidente da Junta da Freguesia bem como à APA.
Bom dia Sr. Eng. Manuel Peralta,
Antes de mais, agradeço o seu contacto e permito-me salientar a importância do tema que V. Ex.ª nos faz chegar através do presente email, o qual merece toda a atenção dos Serviços Municipalizados de Castelo Branco, pela sua relevância para a proteção ambiental e para a preservação da Ribeira da Líria.
Cumpre, contudo, esclarecer que, contrariamente ao referido no seu email, as situações agora reportadas não eram do meu conhecimento, nem do conhecimento do Senhor Presidente do Conselho de Administração ou do próprio Conselho de Administração dos Serviços Municipalizados, pelo que agradeço a informação agora transmitida.
Importa igualmente referir que o quadro responsável pela área em causa é o Eng.º Nuno Lourenço, não tendo as ocorrências referidas sido levadas ao conhecimento do Conselho de Administração.
Não obstante o exposto, e atendendo à relevância dos factos comunicados, será promovida uma averiguação interna, com vista ao integral esclarecimento das situações descritas e à adoção das diligências que se revelem necessárias e adequadas no âmbito das competências dos Serviços Municipalizados.
Por forma a assegurar um acompanhamento mais célere e eficaz destas matérias, agradeço que, de futuro, qualquer comunicação relativa a ocorrências desta natureza me seja dirigida diretamente, para que possa promover o respetivo acompanhamento técnico e assegurar o devido encaminhamento da informação para o Conselho de Administração, sempre que tal se justifique.
Agradeço, uma vez mais, a colaboração e o sentido cívico demonstrados na defesa e valorização da Ribeira da Líria.
Com os melhores cumprimentos,
Sónia Mexia
Administradora
Entretanto, esclareço quem me vai acompanhando e lendo, que o aviso dos dois eventos de poluição da responsabilidade dos SMAS, foram por mim comunicados por telefone, ao engenheiro responsável dos SMAS.
Posteriormente e para registo fiz o email que refiro.
Manuel Peralta
Ontem, 19 de julho remeti para a Srª. Engª. Sónia Mexia, administradora dos SMAS Castelo Branco, este email.
1. Sob a sua batuta, APA, Oviger, e Câmara de Castelo Branco, foi resolvido o grave problema ambiental que a Oviger ocasionava na ribeira da Líria. Graças à segurança introduzida, nestes tempos, a água na ribeira correu sempre límpida.
Mas, como é do seu conhecimento, já por duas vezes ocorreu que o sistema de segurança introduzido, válvulas, evitou que a ribeira fosse poluída, mas a antiga Estrada Velha, como por aqui é conhecida foi inundada com a polição do matadouro.
2. Entretanto, já na Líria, e nas últimas duas semanas, ocorreram dois eventos de poluição, desta vez esgotos domésticos, que “inundaram” a ribeira via conduta de águas pluviais.
Nomeadamente ontem, sábado, uma equipa de dois excelentes colaboradores dos SMAS, fizeram vídeo com a situação qua refiro.
Em ambas as situações e, de forma pessoal e reservada, dei conhecimento a quadro responsável dos SMAS.
3. Uma vez que os SMAS têm meios capazes de detetar quem tem esgotos ligados à rede de águas pluviais, peço-lhe que faça o que puder para descobrir o, ou os poluidores.
Depois de tantos anos de poluição causada pelo matadouro, é chegada a vez de os SMAS assumirem o seu EX-Libris…
Já foi muito bom este ano ver água correndo limpa, observar, cágados, galinholas, cegonhas disfrutar do ambiente a que têm direito.
Aguardando, conto consigo.
Ao dispor
Manuel Peralta