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sábado, 4 de outubro de 2014

A “baganha” municipal, na Beira Baixa TV - Reportagem televisiva

Com texto sóbrio, mas esclarecedor, do Jornalista Dr. Luis Paixão, da Beira Baixa TV, jovem canal televisivo sempre presente nas iniciativas que ajudem a sair do marasmo esta Beira Baixa deprimida, realizou um muito bom momento televisivo, na sessão que a Triplo A, Associação Ambiental de Alcains promoveu sobre a “teimosia municipal”, teimosia esta na pessoa do Dr. Luis Correia, relativa à instalação em Alcains, Castelo Branco, de uma unidade industrial de tratamento de bagaço de azeitona.


Com a sala de reuniões da Junta de Alcains aconchegadamente cheia, sem a presença dos convidados que faltaram, Câmara, Junta e Valamb, foi possível, civilizadamente, expor, debater, responder a muitas questões que a interessada assistência suscitou.


O convidado, Dr. Sérgio Passos, residente em Condeixa, onde existe uma fábrica em laboração e contra a qual a população luta para dali ser retirada, esclareceu para quem o ouviu, os malefícios ambientais a que toda aquela gente e dos arredores está sujeita.
Claro que, nestes casos, o esclarecimento nunca é total, absoluto... mas, certo, certo para os presentes, é que ninguém apareceu a defender a bagaçada, ou baganhada municipal.
Dou a conhecer a reportagem da Beira Baixa TV.



Para tal, clique AQUI.



Para quem quer saber os malefícios ambientais que já acontecem em Luso, Mealhada, abra por favor este vídeo, clicando AQUI.

Manuel Peralta

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Diáriodigitalcastelobranco - Esclarecendo a bagaçada municipal

Algumas tarefas inadiáveis, não me têm permitido editar com atualidade que o tema merece, o que a comunicação social deu nota sobre a ação de esclarecimento, promovida pela Triplo A, Associação Ambiental de Alcains, relativa à prevista instalação de uma unidade industrial de tratamento de bagaço de azeitona, no cabeço do carvão, nos terrenos do monte fidalgo, no concelho de castelo branco, em Alcains.
Em terreno adquirido recentemente, de vários hectares, cerca de 10, onde estão plantados pinheiros mansos, sobre os quais “há uma lei, um ónus, que impede o seu corte prematuro”...


Voltarei a este tema oportunamente!!!
De notar que no concelho da mealhada, mais propriamente no luso, ao bagaço de azeitona chamam por lá, “baganha” e, enquanto eu por aqui falo da “bagaçada municipal”, eles por lá, apelidam de “baganhada”, uma vez que por lá, a autarquia está a desenvolver todos os esforços, para retirar de lá uma fábrica idêntica à que o Dr. Luis Correia quer instalar em Alcains.
Mas adiante.
O Diário Digital pela mão da jornalista Cristina Valente, publicou com foto da sessão, o texto que a seguir dou nota.


Aguardam a sua vez a edição do texto publicado no Reconquista, da jornalista Lídia Barata, e, novidade das novidades, uma reportagem televisiva, da Beira Baixa TV, efetuada pelo já “tarimbado” jornalista, Luis Paixão.
A todos, em nome da Triplo A e do Terra dos Cães, o nosso bem hajam.

Manuel Peralta

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Para maior conhecimento desta poluente atividade, por favor, clique aqui.
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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Obrigado POVO DA BEIRA

Esteve lá o Povo desta Beira, conceituado semanário destas terras...
A jornalista Cristina Valente, viu, ouviu, e com elevado sentido profissional, deu nota.
E o que escreveu e no Povo da Beira deu nota, foi o que se passou.
Parabéns e um obrigado ao bom jornalismo.
A seguir dou nota, do ora digitalizado recorte do jornal, que dou a conhecer e por aqui fica para memória futura e registo.




Para quem ainda não conhece os malefícios que as indústrias de extração de bagaço de azeitona provocam nas comunidades onde já laboram, convido-o a abrir o documento que continuo a editar.

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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Bagaçada Municipal - Desta vez à SECIL PRÉBETÃO

Paulatinamente, passo a passo, seguro, consciente do meu dever de cidadão, dou conhecimento aos seguidores do terra deles, a nossa, a dos cães, de mais uma diligência informativa que efetuei desta vez junto da empresa Secil Prébetão, empresa esta que confina com o terreno onde a junta de Alcains e a câmara da cidade de Castelo Branco, pretendem autorizar a instalação de uma unidade industrial de tratamento de bagaço de azeitona.
Que se conheça, publicamente, sem qualquer estudo de impacto ambiental.
Os malefícios ambientais que a laboração destas indústrias provocam nos locais onde estão instaladas, são para quem conhece, devastadores da qualidade da vida.
Para os leitores que eventualmente possam duvidar do que afirmo e continuarei a afirmar, sugiro que abram o vídeo que no fim deste texto introdutório, coloco à vossa disposição.
Agradeço portanto a leitura da informação que recentemente prestei à Secil Prébetão.


Senhor Jorge Ribeiro.

Agora e desta vez com mais “certezas”, venho informar de que tenho uma informação, ainda sem documento escrito, de que na passada sexta feira, 19 de setembro, terá sido feita a escritura de compra de um terreno de 9 hectares e meio, nos terrenos do monte fidalgo, propriedade da família Garret, que confinam com as vossas instalações da Secil Prebetão, no cabeço do carvão, em Alcains.
A aquisição do terreno foi feita pela câmara de castelo branco, terá custado cerca de 50 mil euros, para ser oferecida à Valamb Lda, para ali ser instalada uma unidade industrial de tratamento de bagaço de azeitona.
Ao abrir o documento em anexado, sublinhado a vermelho, está o terreno de que falo.
Não me tinha esquecido de si, um homem sempre eficaz no atendimento na farmácia de Alcains, mas só agora com mais informações, revisito-o, para que dê conhecimento à gestão da empresa, da calamidade ambiental que a câmara de Castelo Branco e a Junta da freguesia de Alcains, pretendem instalar ao vosso lado.


Sem qualquer cuidado ambiental que publicamente se conheça, pretendem estas ditas instituições afetar gravemente a laboração da vossa atividade, afastando os já parcos clientes que a crise da construção devorou.
Porque esta luta é de todos, aviso-o, repito-o, aviso-os, para que um dia mais tarde não digam que foi surpresa.
Ao seu, vosso, dispor.
Melhores cumprimentos

Manuel Peralta

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sábado, 20 de setembro de 2014

BAGAÇADA MUNICIPAL - Desta vez à DIELMAR

Porque esta poluente atividade, que a câmara da cidade e a junta da freguesia de alcains pretendem instalar no concelho de castelo branco agora em segundas núpcias nos terrenos do monte fidalgo ao lado do cabeço do carvão, polui com maus cheiros toda a zona envolvente, nomeadamente com partículas gordurosas que afetam a saudável vida a que temos direito, partículas gordurosas essas que se entranham nas roupas, viaturas e habitações, decidi por estes factos alertar a empresa Dielmar, para as potenciais consequências que tal decisão municipal pode ter na sua actividade.
Para quem não conhece, esclareço que a Dielmar é uma das primeiras empresas de confeções do país e da europa, emprega cerca de 500 trabalhadores.
Como dizia “Fanhais”, é preciso avisar toda a gente, divulgar a palavra e a senha,…enfim, para que nada nos detenha!!!
Dou conhecimento do email que remeti à empresa Dielmar.


De: Manuel Peralta 
Enviada: quarta-feira, 20 de Agosto de 2014 14:23
Para: 'geral@dielmar.pt'
Cc: 'junta.alcains@netvisao.pt'; 'camara@cm-castelobranco.pt'
Assunto: Ao bagaço, "a nossa" autarca, disse SIM.

Agradeço o favor de fazerem chegar este email, à Drª. Paula Rafael.

Drª Paula.

Por este meio, venho ao seu encontro, para, na qualidade de líder da Dielmar, a informar da decisão da “nossa” autarquia local, de sancionar sem qualquer reserva do foro ambiental, a instalação em Alcains de um poluente, ESTABELECIMENTO INDUSTRIAL, de bagaço de azeitona. Assim foi designado pelos promotores, em processo de licenciamento de 7 de julho de 2014.


Num jogo de gato e rato, já mudaram a localização do local uma vez, ao que parece duas, e agora ao que consta, a última será nos terrenos do monte fidalgo…mas sempre em Alcains, onde não há um único lagar.
Se, por acaso, ainda não ouviu falar da poluição causada por esta atividade, sugiro que abra o endereço, clicando aqui.

Não tenho em meu poder o “poluidrómetro” que me ajude a medir o impacto que tal poluente atividade terá na operação da DIELMAR.
Mas, onde já existem atividades poluidoras deste tipo, Ferreira do Alentejo, Condeixa, Cachão, entre outros, os vapores carregados de matéria gordurosa infetam e afetam tudo e todos, como uma popular se queixa da seca da roupa da filha…


A troco de 5 empregos, preparam-se as autarquias, junta e câmara de Castelo Branco, para “por em causa” cerca de 500, e assim destruir valor ao PIB concelhio.
Exclusivamente cumprindo os meus deveres de cidadão, estou a alertar todas as atividades com sede em Alcains, para as decisões dos autarcas vigentes.
Ao seu dispor.

Manuel Peralta


Nota
1. Se tiver oportunidade passe pelo blog terra dos cães onde há mais detalhes deste processo.
2. Foi criada em Alcains a Triplo A, Associação Ambiental de Alcains, que em processo a decorrer de recolha de assinaturas contra este projeto, já recolheu cerca de meio milhar das ditas.

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Para maior conhecimento desta poluente atividade, por favor, clique aqui.
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Manuel Peralta