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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Liberdade de Imprensa

Dou a conhecer o presente email.


Nota. Esta minha atitude prende-se com o facto de ter remetido ao jornal Reconquista, textos sobre a atuação da câmara municipal de Castelo Branco, na pessoa do Dr. Luis Correia,  no que respeita aos bagaceiros da Valamb.
A gota de água, foi o último texto publicado no blog, que remeti ao Reconquista, e que não foi publicado. 
Estarão no seu direito? Penso que não.
Com um provedor do leitor que existisse, haveria contraditório, assim, vence quem manda, apesar de ignorar o estatuto editorial.
Pode ser que também por ali, haja mudanças...


Não desistirei de lutar contra o bagaço municipal.
(Centroliva/Luis Correia/Valamb)

Manuel Peralta

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Moção contra o Bagaço municipal

Porque o assunto é sério e para memória futura, dou a conhecer o texto da moção que, na assembleia municipal de Castelo Branco, foi apresentada.
Moção conjunta assinada por, CDS, PSD, PCP e BE.


Posta à votação, pelo PS, repito, pelo PS, e pela presidente da junta de Alcains, a moção foi rejeitada. 
Consequência, o Dr. Luis Correia tem pelo seu partido e pela representante da defesa dos interesse de Alcains, o caminho aberto para continuar a sua inenarrável politica de ambiente municipal.
Para que seja claro e para que conste.
São factos.


Para saber o que o espera, abra este recente vídeo que relata o que já acontece em Vila Velha de Ródão, com a Centroliva.
O Dr. Luis Correia em Alcains/Castelo Branco, autorizou já que por aqui a Valamb faça o mesmo.
Veja o vídeo.


Manuel Peralta

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Este “cancro ambiental” pode ser seu...

A mana mais velha da Valamb, a Centroliva reside em Vila Velha de Ródão. 
A sua poluente atividade em Vila Velha e zona limítrofes, torna pestilento o ar que por ali se respira, transforma em alcatrão as águas da ribeira do Açafal e mata a fauna piscícola no rio Tejo. 
Com tais predicados ambientais, mais tarde ou mais cedo, este exemplo de atividade ambiental, teria de ser notado e dado a conhecer a toda a gente.
Por tais factos, foi objeto e uma reportagem da RTP.
Isto em Vila Velha de Ródão, por enquanto.


Por aqui, as autarquias, câmara e Junta, apostam em desenvolver o concelho e a freguesia de Alcains, com uma Centroliva2/Valamb.
Para tal.
A Valamb não teve oposição do município. 
A autarquia ofereceu aos amigos da Valamb o terreno para ali instalarem a Centroliva2/Valamb. 
Terreno que custou 65 mil euros dos nossos impostos.
A autarca de cá também não se opôs, quando para isso foi perguntada e, por escrito, confirmou o projeto.
O autarca municipal ofereceu uma sede à Quercus e, esta, ofereceu um parecer ao autarca municipal.
Foi comprado pela autarquia municipal um parecer sobre ventos, que é uma transcrição fidedigna de um outro elaborado para outra Centroliva, apenas mudaram os nomes. 

Custou caro ao que me disseram...
O autarca municipal Dr. Luis Correia não seguiu o principio da precaução, acreditou e acredita nos amigos da Centroliva/Valamb.
Na assembleia municipal, CDS, PSD, BE e PCP, opuseram-se através de moção conjunta.
Todos os presidentes de junta, Alcains incluído, e o PS, aprovaram a instalação da Valamb na nossa terra.
Factos.
Se também não se opuser, este cancro ambiental pode ser seu.


Obrigado

Manuel Peralta

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Centroliva2/Valamb Lda

Irmãs gémeas. 
A primeira a nascer, a mais velha, alterna, causando um péssimo ambiente em Vila Velha de Ródão. Todas as janelas se fecham quando ela passa...
A gémea mais nova, aguardou pela idade para se fazer à vida, e, tem já “responsável” não oposição municipal albicastrense para passar a alternar, apesar da tenra idade.
Apesar de ter pai conhecido, rico, várias vezes 44 mil euros em bancos e muito património, foi presenteada pelos padrinhos municipais com oferta de um terreno no limite das freguesias de Castelo Branco e Alcains, ali pelo cabeço do carvão, com 65 mil euros de impostos municipais para ali alternar. Tem projeto aprovado e ao que consta aguarda financiamento do 20/20 para ali fazer ela vida dela e dos deles.


Em Vila Velha de Ródão a gémea mais velha, Centroliva1, devido à inexistência de controlo sanitário do qual a APA, agência portuguesa do ambiente, e outras entidades, se demitiram, está agora a ser pressionada para, pelo menos se lavar, visto que os maus cheiros da sua poluente atividade, entravam pelo gabinete de todos os presidentes de Vila Velha e apenas o atual, homem de coragem, decidiu que era chegada a sua vez de a mandar lavar e ao que parece, curar. 
Está muito doente, visto que as suas fezes destruíram a ribeira do Açafal, a Líria de Vila Velha, onde nunca mais se pescou um robalo, sequer um lagostim, e nem as donas de casa conseguem secar a roupa no exterior.


Nos continuadores da obra, a gémea mais nova, Centroliva2/Valamb, tem não oposição municipal para operar, ofereceram o terreno, não se opuseram, bem como a autarca de cá, e a poluição tem ordem para avançar. São factos. Ponto.
Com Almaraz, Espanha, a rebentar pelas costuras, com Centroliva e Celulose  em Vila Velha, com a Oviger, os SMAS Castelo Branco, e a ex Águas do Centro em Alcains a poluir, na verdade o sul do distrito de Castelo Branco bem pode chorar a tristeza ambiental a que estão condenados.
Foram entretanto a Lisboa os vários autarcas, presidentes, cujo Tejo, contrafeito, beija as suas margens concelhias. Tristes, uns por querem acabar de vez com os poluidores, outros porque se acabou o festival da lampreia, outros porque querem lutar contra a triste sina dos interesses instalados, outros porque querendo camaleonicamente confundir-se na excursão, tentando apagar, não se opondo, autorizaram a destruição ambiental de muita gente que só quer viver e respirar o puro ar a que, por enquanto tem grátis. Hipocrisia municipal.


Resta-nos lutar.
Na Assembleia Municipal de Castelo  Branco foi votada uma moção em que, CDS, PSD, PCP e BE se opuseram a esta obra municipal. Com a liberdade de cravo vermelho na lapela, todos o presidentes de junta e todo o PS, não se opuseram a mais esta obra do Dr. Luis Correia.
Que Deus seja justo.
Voltarei.

Manuel Peralta


Nota: Remeti ontem, domingo, para os jornais Reconquista, Povo da Beira, Gazeta do Interior, Jornal do Fundão e Diário de Notícias o texto que aqui dou a conhecer. Vou aguardar para ver quem publica.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Pimentos

De volta à escrita e no inicio de mais um ano, retomo o mesmo caminho.
Comunicar coisas simples da vida...
E porque, nem só de pão vive o homem, considero oportuno escrever sobre pimentos, dando a conhecer um faceta que, presumo, para muitos desconhecida.
É que não há só pimentos, também há pimentas, isto claro dentro dos pimentos a que vulgarmente apelidamos de pimentos doces.


Cristóvão Colombo no século XV, 1493, vindo da América do Sul, Bolívia e Peru, trouxe para Espanha as sementes dos pimentos que no século XVI e a partir de Espanha se disseminaram por toda a Europa até aos dias de hoje.
São plantas tropicais, exigindo para se desenvolverem, temperaturas de 20 a 25 graus Celsius. Por experiência própria quando na minha horta os planto muito cedo ficam aninhados, não se desenvolvem, perdem-se e têm de ser substituídos.
Dou a conhecer na foto abaixo a diferença entre...

...pimentos e pimentas.



Male, macho.
Female, fêmea.

Se virarem os pimentos "de rabo para o ar", os pimentos fêmea têm 4 pontas, mais sementes e são mais doces, portanto melhores para comer crus em salada.
Os machos têm 3 pontas e são mais ácidos, mais apropriados para cozinhar.”


Apresentam durante o seu desenvolvimento e maturação, duas a três cores. Pimento verde, que passa a vermelho quando demora a sua colheita, e, se esta colheita for ainda mais demorada e se uma ou outra geada aparecer, toma por vezes uma cor roxa a caminhar para preta.
Também aparecem pimentos de cor amarela.
Assados a acompanhar uma sardinhada, em massa depois de cozidos para dar cor aos guisados, crus em finas fatias em saladas, são um excelente alimento.
Mas como nem só de pimentos vive o homem, sugiro que cliquem neste link e apreciem as variedades das ditas malaguetas.
Um outro mundo, muito mais picante.
Boas pimentadas.

Manuel Peralta