MÃES EXTREMOSAS
Era assim...
Nas Freiras, Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria, que por volta de 1968, no Solar dos Goulões, hoje Museu do Canteiro, esta Comunidade Religiosa prestou relevantes serviços a Alcains.
Chamava-se então CASA do BEM, onde se desenvolviam várias actividades que cobriam as necessidades de desenvolvimento humano, religioso e artístico da comunidade Alcainense, a nível infantil, juvenil ou adulto, sobressaindo o Jardim Infantil.

Esta Comunidade Religiosa, prestava serviço no Lar Major Rato, no Seminário de S. José, apoiava e deu novo alento à vida religiosa, nomeadamente na celebração da missa que chegou a ter um Grupo Coral de elevada qualidade.
A foto abaixo que foi tirada há 41 anos, mostra de hábito branco e da esquerda para a direita, as irmãs Natália e Jacinta, de óculos escuros a Jacinta Clara Godinho e a Maria da Conceição Minhós, acompanhadas de duas auxiliares que acompanhavam as freiras.

A princípio, não eram permitidos rapazes, e cerca de 300 raparigas, chegaram a frequentar as actividades que esta prestimosa Comunidade, com elevado mérito desenvolveu em Alcains.
Com aulas de Civilidade e Etiqueta, Costura, Bordados, Cozinha, muitas jovens de então desenvolveram as suas capacidades.
Fizeram ali a 4ª classe de adultos, a Jacinta, a São Amaro, a Ilda Quinhentas, o António Alice, a Maria de Deus Aleluia... entre muitos outros.
Porque se trabalhava, era aos fins de semana que as actividades se desenvolviam com mais intensidade.
Ensaiar peças de teatro, animação, jogos, festas de Natal, passeios com os idosos e ensaios para o Grupo Coral, eram actividades que animavam os fins de semana da juventude.
Com o ensaio do grupo coral, começaram por participar os primeiros jovens, nomeadamente o Cocas, o Félix o João Preto entre outros e assim se alargou a Comunidade aos rapazes.
Este grupo coral, cantava aos domingos na missa do meio dia, preparou todos os cânticos para a ordenação sacerdotal do Sr. Padre Bonifácio, e saíram pela primeira vez cantando as Janeiras, tradição artilhada por escuteiros, que com interrupções se vai mantendo.
No fim de cada ano lectivo, faziam festa onde as alunas apresentavam o que, durante o ano, tinham aprendido.

Como vem sendo hábito, não indico os nomes das lindas moças que fazem parte da foto que acima coloco.
É um exercício de memória para o qual convido quem me lê...
Em comentário, por favor, digam quem conhecem.
A Comunidade das Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria, deixou Alcains em Dezembro de 1990.
Quando autarca acompanhei de muito perto a sua acção, agora com a Irmã Conceição à frente dos destinos da Comunidade.
No Lar Major Rato, no Infantário, na Actividade Religiosa, no apoio aos pobres… estas Irmãs, contribuíram imenso para elevar as capacidades das gentes de Alcains.
Saíram como entraram, discretas, mas ficaram por cá muitos órfãos da amizade que, como as estrelas, nem sempre se vêm, mas estão lá.
Repito-me, é certo, mas Alcains devia relembrar quem cá esteve, desinteressadamente, para ajudar...
Manuel Peralta
Era assim...
Nas Freiras, Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria, que por volta de 1968, no Solar dos Goulões, hoje Museu do Canteiro, esta Comunidade Religiosa prestou relevantes serviços a Alcains.
Chamava-se então CASA do BEM, onde se desenvolviam várias actividades que cobriam as necessidades de desenvolvimento humano, religioso e artístico da comunidade Alcainense, a nível infantil, juvenil ou adulto, sobressaindo o Jardim Infantil.

Esta Comunidade Religiosa, prestava serviço no Lar Major Rato, no Seminário de S. José, apoiava e deu novo alento à vida religiosa, nomeadamente na celebração da missa que chegou a ter um Grupo Coral de elevada qualidade.
A foto abaixo que foi tirada há 41 anos, mostra de hábito branco e da esquerda para a direita, as irmãs Natália e Jacinta, de óculos escuros a Jacinta Clara Godinho e a Maria da Conceição Minhós, acompanhadas de duas auxiliares que acompanhavam as freiras.

A princípio, não eram permitidos rapazes, e cerca de 300 raparigas, chegaram a frequentar as actividades que esta prestimosa Comunidade, com elevado mérito desenvolveu em Alcains.
Com aulas de Civilidade e Etiqueta, Costura, Bordados, Cozinha, muitas jovens de então desenvolveram as suas capacidades.
Fizeram ali a 4ª classe de adultos, a Jacinta, a São Amaro, a Ilda Quinhentas, o António Alice, a Maria de Deus Aleluia... entre muitos outros.
Porque se trabalhava, era aos fins de semana que as actividades se desenvolviam com mais intensidade.
Ensaiar peças de teatro, animação, jogos, festas de Natal, passeios com os idosos e ensaios para o Grupo Coral, eram actividades que animavam os fins de semana da juventude.
Com o ensaio do grupo coral, começaram por participar os primeiros jovens, nomeadamente o Cocas, o Félix o João Preto entre outros e assim se alargou a Comunidade aos rapazes.
Este grupo coral, cantava aos domingos na missa do meio dia, preparou todos os cânticos para a ordenação sacerdotal do Sr. Padre Bonifácio, e saíram pela primeira vez cantando as Janeiras, tradição artilhada por escuteiros, que com interrupções se vai mantendo.
No fim de cada ano lectivo, faziam festa onde as alunas apresentavam o que, durante o ano, tinham aprendido.

Como vem sendo hábito, não indico os nomes das lindas moças que fazem parte da foto que acima coloco.
É um exercício de memória para o qual convido quem me lê...
Em comentário, por favor, digam quem conhecem.
A Comunidade das Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria, deixou Alcains em Dezembro de 1990.
Quando autarca acompanhei de muito perto a sua acção, agora com a Irmã Conceição à frente dos destinos da Comunidade.
No Lar Major Rato, no Infantário, na Actividade Religiosa, no apoio aos pobres… estas Irmãs, contribuíram imenso para elevar as capacidades das gentes de Alcains.
Saíram como entraram, discretas, mas ficaram por cá muitos órfãos da amizade que, como as estrelas, nem sempre se vêm, mas estão lá.
Repito-me, é certo, mas Alcains devia relembrar quem cá esteve, desinteressadamente, para ajudar...
Manuel Peralta









